Chapa goernista novamente faz terrorismo contra servidores

Nem medobem  iniciou o processo eleitoral e a chapa governista já demonstra que calúnias, truculências e uso da estrutura do sindicato em benefício próprio continuarão dando o tom da sua campanha. E mais uma vez, na tentativa destrambelhada de atingir a OPOSIÇÃO UNIFICADA, a turma do chagas atirou no que viu e acertou no que não viu.

Ela viu uma convocação de assembleia feita por auxiliares em educação circulando nas redes sociais e interpretou como “apócrifa” a publicação compartilhada por pessoas com nome, sobrenome, carne e osso! Como o desespero cega a razão, viu nisso uma “oportunidade” para tentar depreciar a CHAPA 2, destilando mais acusações infundadas.

Porém, o que a CHAPA MARINHEIRA NÃO VIU é que existe vida pensante e pulsante fora do eixo da disputa sindical e, como não tem olhos para ver as necessidades dos servidores públicos, não viu que a mobilização dos auxiliares em educação pela redução da jornada de trabalho para 30 horas vem sendo construída desde a discussão do Estatuto da Educação e se intensificou com a implantação da jornada das creches, que acabou sobrecarregando os auxiliares em sala.

Não viu também que desde a aprovação do Estatuto os reflexos da desigualdade e disputa entre os profissionais vem se acirrando nas diferentes jornadas, nas ausências de formação para os demais segmentos, na sobrecarga de trabalho com a suspensão de contratações!!!

Não viu porque é ela que, junto com o governo, fomenta essa disputa e divisão, apesar de ter o péssimo hábito de acusar outros das mazelas que pratica.

Não viu que os auxiliares em educação, quando iniciaram a mobilização pela redução da jornada de trabalho, tentaram se organizar no sindicato, mas não receberam amparo dessa mesma direção que agora usa a estrutura do nosso sindicato para coagir e ameaçar servidores, tentando reprimir o direito democrático de liberdade de expressão e de reunião.

É que a chapa marinheira, acostumada a realizar modificações estatutárias e assembleias de prestação de contas na penumbra, não viu que a ditadura acabou e que desde 1988 existe uma Constituição Federal que garante a liberdade das pessoas se reunirem livremente para tratar de seus interesses, sem que para isso tenham de pedir autorização, ou estar sob a tutela de quem quer que seja.

Há 28 anos as pessoas têm garantido, ao menos em lei, o direito de decidirem sobre suas vidas, suas mentes e sobre seus corpos, debaterem, fazerem assembleias… Esta não é uma ação específica de sindicatos e condomínios!!!

2002: campanha eleitoral para presidente também adotava a estratégia suja de difundir pânico entre eleitores.

A PRÁTICA VEXATÓRIA DA DIREÇÃO/ CHAPA UM TEM UM NOME: ASSÉDIO MORAL!

A organização dos trabalhadores é universal e constitucional e a criminalização das lutas é sempre inaceitável, embora seja uma prática comum do patronato, de seus representantes nos governos e nas direções sindicais pelegas e burocratizadas. Tem sido hábito da direção marinheira agir como capataz  do patrão ao tecer calúnias contra opositores, ameaçar e tentar intimidar trabalhadores.

Uma direção sindical deve encampar a luta junto com os trabalhadores, ajudar a esclarecer, fomentar o debate crítico para o avanço das consciências, respeitar a autonomia, agregar e não segregar, construir e não destruir; acolher os trabalhadores quando estes tomam iniciativas de organização…

Para ser respeitada uma direção precisa compreender que autoridade se constrói na autoria da ação coletiva, e não por meio de bravatas, ameaças e imposições; deve ter a humildade de reconhecer que a representatividade legal não a torna única detentora do direito de reunir, comunicar, organizar, planejar, fazer… pensar!

Nosso sindicato ainda haverá de ser uma ferramenta a serviço dos interesses coletivos dos trabalhadores!

CHAPA 2 – OPOSIÇÃO UNIFICADA

Pelo fim do imposto sindical!

SINDICALISMO INDEPENDENTE E COMBATIVO SE FAZ COM FINANCIAMENTO PRÓPRIO

A CHAPA 2 luta pela autonomia e independência do sindicato para que os trabalhadores deixem de ser reféns de partidos, governos e centrais sindicais pelegas e governistas.

O imposto sindical é um dos elementos que tornam o sindicato submisso aos interesses patronais e que alimentam a famigerada burocratização dos sindicatos.

Por isso, defendemos que os servidores públicos de SBC discutam e decidam sobre este tema, construindo formas de financiamento das lutas que não sobretaxem os trabalhadores, que livrem o sindicato das amarras governistas e patronais e dos burocratas que se encastelam nas direções como se os sindicatos fossem o quintal de suas casas!

IMposto sindical em mi

Assista ao vídeo da CAMPANHA NACIONAL CONTRA O IMPOSTO SINDICAL e entenda como não só é possível, como também é necessário, lutar para acabar com o imposto sindical:

Os sofrimentos do jovem Wilhelm

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Por Vinicius Canhoto

Caro Werther, inquieta-me o coração receber tuas aflições por meio das cartas que chegam às minhas mãos, cada vez mais trêmulas, a cada chegada do carteiro. Sofro por ti, por mim, por nós ao ler nas tuas palavras que a cada dia morres mais um pouco. No entanto, por mais que me fales em tirar-te a própria vida, é justamente a vida que te tiras dela.

Meu amigo, embora os livros de História digam que a Idade dos Metais ficou na pré-História, te digo que ainda estamos na pré-História e que a Idade dos Metais ainda segue. Vivemos a Idade do Ouro de Tolo, ou melhor, a Idade do Ouro dos Tolos e, por isso, artistas em nosso convívio perecem. Nesta Idade, na nossa idade, os sonhos logo se vão.

Vejo-te sonhando, despertando, nascendo, morrendo e ressuscitando, mas não sei até quando.

Amo-te mais por saber que…

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LEI DA MORDAÇA NA EDUCAÇÃO É INCONSTITUCIONAL

O Ministério Público Federal encaminhou ao Congresso Nacional nota técnica em que considera “inconstitucional” proposta de incluir o programa Escola Sem Partido na Lei de Diretrizes e Bases da Educação.

Saiba mais em:

http://www1.folha.uol.com.br/educacao/2016/07/1794638-especialistas-questionam-proposta-de-incluir-escola-sem-partido-em-lei.shtml

É HOJE!!! 18H30 NA SEDE DO SINDICATO: ASSEMBLEIA DE ELEIÇÃO DA COMISSÃO ELEITORAL

O compromisso e a vontade dos trabalhadores nas duas primeiras eleições foram determinantes para que chegássemos até aqui. Mas, somente a mobilização da categoria unida e organizada impedirá novos golpes e garantirá que se concretize o desejo de mudança manifestado pela categoria..

A primeira tarefa de todos os que lutam para que o sindicato saia do controle do governo e retorne para o controle dos trabalhadores é participar da assembleia de eleição da comissão eleitoral. Precisamos eleger representantes comprometidos com a democracia a lisura e a transparência do novo processo eleitoral.

Novamente contamos com o empenho de todos que desejam mudanças, pois cada voto na OPOSIÇÃO UNFICADA – CHAPA 2 é um voto para resgatar o sindicato para  as mãos dos trabalhadores.

Participe da assembleia, convoque seus colegas, mobilize-se e ajude a OPOSIÇÃO UNIFICADA a construir um sindicato de luta, democrático, independente de governos, partidos e de centrais sindicais pelegas e governistas!!!

NOVAS ELEIÇÕES DO SINDSERV SERÃO COORDENADAS E ARBITRADAS PELO MPT‏

Em audiência realizada no Ministério Público do Trabalho (MPT), a OPOSIÇÃO UNIFICADA garantiu a realização de novas eleições para a direção do Sindserv sob a coordenação e arbitragem do MPT. Finalmente vamos ter eleições que terão como premissa a lisura, a democracia e transparência no processo eleitoral.

 As eleições acontecerão nos dias 17 e 18 de agosto, das 7h às 20h, com urnas eletrônicas fixas através do sistema do próprio MPT: serão 18 pontos de coleta de votos distribuídos pela cidade.

ASSEMBLEIA DE ELEIÇÃO DA COMISSÃO ELEITORAL: 20 DE JULHO ÀS 18H30, NA SEDE DO SINDICATO!

O compromisso e a vontade dos trabalhadores nas duas primeiras eleições foram determinantes para que chegássemos até aqui. Mas, somente a mobilização da categoria unida e organizada impedirá novos golpes e garantirá que se concretize o desejo de mudança manifestado pela categoria..

A primeira tarefa de todos os que lutam para que o sindicato saia do controle do governo e retorne para o controle dos trabalhadores é participar da assembleia de eleição da comissão eleitoral. Precisamos eleger representantes comprometidos com a democracia a lisura e a transparência do novo processo eleitoral.

Novamente contamos com o empenho de todos que desejam mudanças, pois cada voto na OPOSIÇÃO UNFICADA – CHAPA 2é um voto para resgatar o sindicato para  as mãos dos trabalhadores.

Participe da assembleia, convoque seus colegas, mobilize-se e ajude a OPOSIÇÃO UNIFICADA a construir um sindicato de luta, democrático, independente de governos, partidos e de centrais sindicais pelegas e governistas!!!

ENTENDA O PROCESSO

A atual direção do sindicato, que é ligada ao governo Marinho e é apoiada pela CUT e pelo PT, disputou a reeleição e ao mesmo tempo conduziu as duas eleições  anteriores desrespeitando a vontade da categoria com golpes,  mentiras, e trapaças para tentar se manter a todo custo à frente do sindicato.

A CHAPA 2 ganhou a primeira eleição; a chapa 1 reconheceu publicamente a legitimidade de nossa vitória, mas inconformada com a derrota, por meio de sua comissão eleitoral anulou o resultado das eleições alegando fraude na coleta de assinaturas nas listagens que ficaram sob a responsabilidade, guarda e controle da própria direção/chapa governista.

Durante a apuração na segunda eleição, quando a CHAPA 2 estava com mais de 200 votos à frente da chapa governista, ou seja, quando novamente estava prestes a ser declarada vitoriosa, a urna 22 foi furtada da sala de apuração.

A chapa governista, junto com seus apoiadores continuou a “apuração” das urnas restantes e se autoproclamou vencedora.

Por meio de ação movida pelo MPT, a justiça anulou a eleição e a posse da chapa 1 e determinou  realização de novo pleito.

 À revelia da justiça, liberados pelo governo Marinho, membros da chapa 1 permaneceram por meses apresentando-se indevidamente como diretores do sindicato e usando a estrutura sindical para fazer autopromoção! Foi preciso acionar a justiça para que a decisão judicial fosse cumprida e os servidores liberados indevidamente retornassem aos seus postos de trabalho.

O novo processo eleitoral será a oportunidade definitiva para que o nosso sindicato tenha representantes legítimos e que lutem ao lado dos servidores pelos interesses do funcionalismo!

FORTALECIMENTO DA REPRESENTATIVIDADE E LEGITIMIDADE DO SINDICATO

A CHAPA 2 – OPOSIÇÃO UNIFICADA, que entrou com ação para reverter a anulação da primeira eleição, tem  a convicção de que a justiça poderia decidir pela nossa posse, pois tem todos os elementos materiais que comprovam a arbitrariedade da anulação feita pela comissão eleitoral da chapa 1. A decisão caberia recurso e mesmo sendo muito difícil que a chapa governista obtivesse sucesso, avaliamos que a judicialização desse processo poderia trazer ainda mais instabilidade para o nosso sindicato e, assim, acarretar prejuízos aos servidores públicos. Por isso, persistimos na construção de um processo eleitoral com garantias democráticas, com lisura e com transparência.

Desde a primeira eleição, a CHAPA 2 reivindica a participação do Ministério Público do Trabalho nas eleições para que os servidores públicos tenham seu voto respeitado: a coordenação das eleições por um órgão respeitado, independente, isento e idôneo fortalece a representação sindical, pois o resultado das novas eleições reafirmará a vontade da categoria. Tudo isso só será possível se os trabalhadores continuarem mobilizados e alertas!

OPOSIÇÃO UNIFICADA

DOS SERVIDORES PÚBLICOS DE SÃO BERNARDO DO CAMPO

Entre em contato e acesse para mais informações:

BLOG: https://oposicaounificadachapa2.wordpress.com/

FACEBOOK: Oposição Unificada dos Servidores Públicos de São Bernardo do Campo

EMAIL: oposicaounificada.sbc@gmail.com

Vem aí a terceira eleição do Sindserv!

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Atendendo convocação do Ministério Público do Trabalho (MPT), nesta segunda-feira, 25 de abril, representantes da OPOSIÇÃO UNIFICADA, que concorreu como CHAPA 2, participaram de reunião sobre as novas eleições do Sindserv. A chapa 1, que teve sua posse anulada e continua desobedecendo a decisão judicial, se recusou a comparecer, mas mandou dois advogados que declararam não possuir poderes de decisão.

Segundo os representantes do MPT, o objetivo da reunião era buscar consenso numa proposta de organização da nova eleição que garanta um processo que desta vez seja democrático, transparente e honesto, para que finalmente a decisão verdadeira da categoria seja respeitada:

1. Composição de comissão eleitoral paritária;
2. Eleição com urnas eletrônicas do próprio MPT, para evitar duplicidade de votos e garantir que não haja manipulação de resultados;
3. Votação em um dia, com urnas fixas em ponto central da cidade, com horário estendido entre 06h e 22h;
4. Obrigatoriedade de apresentação de documento oficial com foto, para impedir a ocorrência de votos fantasmas.

A OPOSIÇÃO UNIFICADA desde o inicio tem denunciado as manobras da chapa governista, que abusa da super concentração de poderes para tentar se manter na direção do sindicato, por isso, buscamos a mediação e a participação do MPT desde o primeiro pleito e entendemos que as medidas sugeridas pelo Ministério Público do Trabalho são necessárias para que golpes, trapaças e fraudes não ocorram novamente.

Queremos eleições limpas, democráticas, transparentes e com condições iguais de disputa!

A chapa governista, que não apenas omitiu como também mentiu para os trabalhadores a respeito da anulação da eleição e de sua posse, entrou na justiça para impedir novas eleições e se manter ilegitimamente no sindicato. Porém, mais uma vez perdeu, pois a justiça reafirmou a anulação da eleição e da posse da chapa governista e mandou que sejam feitas as novas eleições.

PELAS falas dos advogados do sindicato ficou evidente que a chapa governista pretende repetir o processo arbitrário e autoritário das eleições anteriores e o Ministério Público do Trabalho foi categórico ao afirmar que tomará todas as medidas para ocorrer eleicoes limpas, democráticas e transparentes.

A OPOSIÇÃO UNIFICADA conclama que todos os servidores públicos permaneçam alertas e dispostos a enfrentar as etapas do novo processo eleitoral.

Juntos, vamos construir um sindicato para todos os servidores, combativo, independente de partidos, governos e centrais sindicais pelegas e governistas.

OPOSIÇÃO UNIFICADA DOS SERVIDORES PÚBLICOS DE SÃO BERNARDO DO CAMPO

SEGUNDA ELEIÇÃO DO SINDSERV É ANULADA! VITÓRIA DOS TRABALHADORES PÚBLICOS CONTRA O GOLPISMO GOVERNISTA!!!

A CHAPA 2 – OPOSIÇÃO UNIFICADA informa que, no presente dia, a CSP- Conlutas (uma das centrais que nos apoia em parceria com a Intersindical) foi convocada para uma audiência no Ministério Público do Trabalho referente à decisão judicial que anulou a segunda eleição do Sindserv.
Na audiência tivemos contato com a decisão judicial, cujo processo, realizado pelo Ministério Público do Trabalho após as denúncias apresentadas pela CHAPA 2,  correu em segredo de justiça.
Após tomar posse de forma ilegítima, num processo eleitoral carregado de vícios, golpes e manobras que culminou no furto de urna de dentro do local de apuração,  a atual direção do Sindserv, que usurpou duas vezes a vontade soberana dos servidores públicos, está impedida de coordenar a nova eleição.
 
O novo pleito será realizado pelo Ministério Público do Trabalho e uma comissão eleitoral formada por um representante das centrais sindicais citadas na decisão judicial.
A CUT se ausentou desta audiência, e certamente está preparando um recurso para tentar manter a chapa do Marinho na direção do sindicato.
Diante disso, conclamamos todo o funcionlaismo, que está farto do golpismo da chapa governista, a permanecer alerta para as ações coletivas necessárias. Precisamos garantir que, com a nova eleição, seja finalmente respeitado o desejo de mudança que a categoria manifestou nos dois pleitos anteriores apoiando e votando na CHAPA 2 – OPOSIÇÃO UNIFICADA.
A participação e acompanhamento do Ministério Público do Trabalho  na eleição do Sindserv foi uma das inúmeras condições reivindicadas pela CHAPA 2 – OPOSIÇÃO UNIFICADA desde o primeiro pleito. A determinação judicial de novas eleições sob acompanhamento do MPT é, portanto, uma grade vitória dos servidores – um reflexo da nossa força na luta por retomar o Sindserv para o controle do funcionalismo.
Estamos iniciando 2016 com os ventos da mudança soprando a favor dos trabalhadores públicos de SBC e a um passo do início da construção de um sindicato independente de governos, partidos políticos e centrais sindicais pelegas e governistas!
CHAPA 2 – OPOSIÇÃO UNIFICADA
SERVIDORES PÚBLICOS DE SÃO BERNARDO DO CAMPO

Truculência, fraude, descumprimento de liminar, furto de urna e manobras marcam novo golpe contra os servidores públicos na eleição do Sindserv. Golpistas: não passarão!

INFORMES SOBRE AS AÇÕES DA CHAPA 2 – OPOSIÇÃO UNIFICADA EM RELAÇÃO À ELEIÇÃO DO SINDSERV

 

A CHAPA 2 não reconhece o resultado da apuração dos votos, anunciado pela chapa 1 que finalizou sozinha a contabilização dos votos, após o sumiço da urna de dentro do espaço da apuração.

A CHAPA 2 registrou Boletim de Ocorrência denunciando o crime de furto da urna, apresentando inclusive os suspeitos.  Na última segunda-feira, comparecemos à delegacia e reiteramos o pedido de abertura de inquérito policial para que o crime seja esclarecido e os responsáveis pela furto da urna sejam devidamente punidos.
 

A urna 22 sumiu no momento em que a CHAPA 2 estava com 204 votos à frente da chapa governista. Além da urna 22, restavam ser apuradas os votos da urna 15 e da urna 1. Mesmo se fossemos considerar fidedigno o resultado da apuração apresentado pela chapa governista, os votos da urna 22 poderiam mudar o resultado da votação. Portanto, o furto da urna 22 prejudicou a CHAPA 2 e, por isso, quem a furtou teve como objetivo favorecer a chapa governista.

 

A CHAPA 2 vai representar contra a chapa governista, para que esta responda pelos crimes de calúnia, injúria e difamação cometidos conta integrantes da nossa CHAPA durante toda a campanha e, ainda, após a finalização do pleito.

 

Durante o processo eleitoral ocorreram inúmeras irregularidades, as quais estamos exigindo na justiça a apuração rigorosa. 

 

Durante o processo de coleta de votos, a CHAPA governista, por meio de seus mesários e apoiadores, dificultou a coleta  de votos e descumpriu a liminar que determinava a permanência das urnas fixas até as 20h. 

 

A urna da secretaria de educação, por exemplo, foi fechada às 17h, levada para a sede do sindicato, de lá retornou para a SE levando cerca de duas horas num trajeto que não dura mais que 10 minutos! A urna 14 ficou mais de três horas sem coletar votos, porque os mesários da chapa 1 tiveram seu carro parado em blitz ao tentar furar bloqueio policial; conforme vídeo divulgado, um dos mesários da chapa 1 saiu correndo com a urna 14, e agrediu nossa presidente de mesa. 

 

Durante a madrugada de quinta para sexta-feira pessoas ligadas à chapa governista invadiram a sala em que estavam guardadas as urnas – sala esta que deveria estar devidamente lacrada, mas cujo “lacre” consistia novamente em um adesivo de fácil remoção e recolocação.

 

Nesta mesma madrugada, após tentar apurar o ocorrido, um dos nossos advogados foi agredido por um membro da CUT apoiador da chapa governista e colocado pra fora da sede do sindicato aos empurrões. 

 

Momentos antes da apuração, novamente advogados apoiadores da CHAPA 2 foram expulsos de dentro do sindicato, o que fere a prerrogativa do exercício da função e se constitui numa ilegalidade absurda. Inclusive o advogado indicado pela OAB pela comissão de prerrogativas foi também

colocado para fora do sindicato.

 

O local da apuração dos votos foi mudado de última hora pelo presidente do sindicato, sem que houvesse reunião da comissão eleitoral para decidir sobre a mudança. 

 

No local da apuração dos votos, o clima era de pressão e intimidação. Ao contrário da primeira apuração, fomos intimados a não fotografar e não filmar a apuração; o público foi mantido para fora do espaço e não pode acompanhar a apuração nem os resultados parciais. A falta de transparência e a mudança da apuração para um espaço sitiado por seguranças que, segundo relatos, estariam armados, por si, já revela as más intenções.

 

Momentos antes da apuração, um alto representante da CUT gritou, para uma apoiadora nossa, que a CHAPA 2 ganhou as eleições, mas não ia levar. A mesma fala foi reproduzida por membro da chapa 1 a seus familiares. 

 

Ao contrário do que a chapa governista caluniosamente afirmou, a CHAPA 2 deixou o local da apuração dos votos somente depois que foram empreendidos todos os esforços para localizar a urna 22 dentro do espaço da apuração. Todas as mochilas, bolsas e sacolas foram vistoriadas. Mesmo sendo constatado o sumiço da urna 22 e, assim, mesmo diante de um crime eleitoral, a chapa 1 e seus apoiadores quiseram obrigar os membros da CHAPA 2 a permanecerem  no local da votação para legitimar a farsa da apuração. Sitiados por seguranças da CUT, e sendo ameaçados de agressão, solicitamos a presença da PM, que se recusou a aparecer, e em seguida solicitamos a presença da GCM. A nossa saída só foi liberada pelos cutistas após a chegada da GCM.

 

Durante a saída, um dos “seguranças” da CUT falou de forma  sarcástica, dirigindo-se a um membro da CHAPA 2, que foi a primeira vez que viu “morto votar na eleição do Sindserv”.

 

A lista de votação continha nomes de pessoas não habilitadas a votar, bem como nomes de pessoas habilitadas haviam desaparecido da lista atual;. 

 

Durante os dois dias de votação, agrupamentos de pessoas estranhas ao funcionalismo percorreram os locais de votação e teriam votado. Segundo denúncias, estas pessoas teriam votado com documentação falsa. Exigimos da justiça apuração rigorosa desta denúncia e, se for comprovada, que os responsáveis e os mandantes de tal crime sejam exemplarmente punidos. 

 

Temos notícias de que alguns servidores estão querendo se desfiliar do sindicato, como forma de protesto contra as manobras e golpes cometidos pela chapa governista. 

 

Além do BO e das ações na justiça, a CHAPA 2 apresentou recurso junto à comissão eleitoral exigindo a anulação do pleito, dadas as evidentes irregularidades cometidas.

 

A CHAPA 2 agradece imensamente a todos os servidores públicos e apoiadores que depositaram e depositam confiança em nossos propósitos e reafirma nossa disposição para continuar na luta em defesa do funcionalismo público e em prol de um sindicato independente de partidos, governos e centrais sindicais pelegas e governistas. 

 

Desfiliação não é solução! Aliás, a desfiliação favorece a chapa governista havendo novas eleições – e temos certeza que a justiça será feita! 

 

Pedimos a todos que aguardem os desdobramentos das ações que estamos realizando, e agradecemos imensamente a todos os servidores públicos e apoiadores que depositaram e depositam confiança em nossos propósitos!

 

Como escreveu Mario Quintana: “No fim tudo dá certo. Se não deu certo é porque não chegou ao fim”. 

 

Juntos vamos derrotar a pelegada, o governismo e o golpismo e construirmos uma alternativa democrática e de luta para os servidores públicos!

CHAPA 2- OPOSIÇÃO UNIFICADA

ALTERNATIVA DEMOCRÁTICA

“Nada será como antes!”