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De Goebbels a Mr. M

Após  levar um puxão de orelha do Marinho e forjar factoides para justificar a anulação da decisão legítima dos servidores públicos que elegeram a Chapa 2, a atual direção e sua chapa governista segue o sórdido lema do Joseph Goebbels de dizer mentiras mil vezes até que as pessoas passem a acreditar que sejam verdade.

Esse tipo de golpe vem ocorrendo em vários sindicatos em que a CUT perdeu a direção. 

Alegar fraude num processo exclusivamente conduzido e controlado pela própria chapa 1 é má fé, e mostra da mais pura incompetência. 

Sugerir que a suposta fraude foi realizada pela chapa 2, ou em benefício dela, é de uma atitude imoral, injuriosa e de maucaratismo total.

A categoria tem rechaçado de forma veemente o golpe da direção governista e, em menos de sete dias, mais de 3 mil servidores públicos assinaram abaixo assinado contra o golpe e em defesa da posse da chapa 2. 

Para melhor compreensão de como ocorreu o golpe e como após a apuração encerrada, como se fosse num passe de mágica digno de Mister M, apareceram as supostas fraudes:

https://oposicaounificadachapa2.wordpress.com

Como se construiu o golpe da direção do sindicato e sua chapa 1 contra os trabalhadores – Parte 3

Do blog da OPOSIÇÃO UNFICADA – CHAPA 2: http://oposicaounificadasbc.blogspot.com.br/

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Nas duas primeiras partes deste elucidativo artigo, comprovamos que:

a) A Comissão Eleitoral indicada pela chapa governista não era neutra, pois foi composta integralmente por pessoas indicadas pela chapa governista, agindo conforme os interesses de quem a indicou;
b) A Comissão Eleitoral inicialmente recusava-se a registrar em ata as observações e protestos feitos pela representante da CHAPA 2. Desta forma, na maioria das atas registrava-se unicamente o que interessava à chapa que havia indicado a Comissão Eleitoral. Esta situação só começou a mudar – e não mudou completamente – após mediação do Ministério Púbico do Trabalho;
c) O processo eleitoral em curso – e agora reeditado – não foi democrático, posto que foi controlado, conduzido e coordenado por pessoas ligadas à chapa derrotada na eleição, o que torna impossível haver qualquer possibilidade de cometimento de irregularidades pela CHAPA 2, muito menos em nosso benefício.
Vimos também que, enquanto tinham a certeza da vitória e pouco depois no fim da apuração, tanto a Comissão Eleitoral indicada pela chapa 1, como a própria chapa 1 por meio de sua representante, o presidente do Sindserv SBC (candidato à reeleição e ao mesmo tempo coordenador geral do processo eleitoral), o presidente da apuração, os mesários e presidentes de mesa – todos eles vinculados à atual diretoria do sindicato – atestaram a lisura do processo eleitoral e reconheceram a legitimidade da vitória da CHAPA 2.
Encerramos o artigo anterior com as seguintes perguntas:
a) Se o processo de coleta de votos transcorreu em “rigorosa obediência” ao Estatuto do Sindicato conforme atestaram, se as únicas ocorrências registradas (e registradas pela CHAPA 2!) diziam respeito ao não cumprimento de horários e dos roteiros previstos, como pode posteriormente a chapa derrotada e seu presidente-candidato-à-reeleição alegar, juntamente com sua Comissão Eleitoral, irregularidades num processo eleitoral absolutamente coordenado, conduzido e controlado por eles mesmos?
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A este respeito, vejamos o que diz matéria publicada em 21 de outubro no Diário do Grande ABC:
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b) Mas, então, como se produziu a suposta fraude que até a apuração simplesmente não existia?
De uma coisa nós, da OPOSIÇÃO UNIFICADA, sabemos – e a categoria não tem dúvida: se houve irregularidades elas não foram cometidas pela CHAPA 2. Até mesmo porque todo o controle da eleição e a guarda da documentação eleitoral estiveram sob o domínio da chapa governista…
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1. Após a apuração dos votos e lavrada a ata que legitimou a vitória da CHAPA 2, toda a documentação eleitoral ficou sob a guarda da Comissão Eleitoral, no sindicato (em uma sala cujo acesso não estava devidamente lacrado). A comissão eleitoral indicada pela chapa 1 permitiu que Nilton Ferreira, membro da direção atual e da chapa derrotada, olhasse as listas de votação sem a presença de toda a comissão eleitoral e sem o conhecimento prévio da representante da Oposição Unificada, que só foi convocada quando já havia sido violado o material eleitoral.
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Observe que apesar de usar o artigo 129 como justificativa para atender solicitação de vistas à documentação eleitoral, a Comissão Eleitoral procedeu de forma arbitrária extrapolando suas atribuições, pois não há previsão estatutária nem em relação à vistas posteriores nem em relação à “diligências”. O artigo 129 trata da interposição de recursos, cujos “documentos de prova” devem ser anexados ao recurso inteposto, no ato da entrega, e não posteriormente.
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2. Não é verdade que a representante da CHAPA 2 concordou com o factoide armado pela chapa 1. Sempre que esteve nas reuniões, nossa representante protestou e deixou claro os nossos posicionamentos, como mostra esse trecho da ata do dia 2 de outubro.
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  1. O golpe é escancarado: mesmo reconhecendo ser “IMPOSSÍVEL constatar a exatidão de todas ocorrências”, a Comissão Eleitoral decide anular a eleição. De todas as ligações realizadas, alega que 14 eleitores disseram que não votaram – somente 6 compareceram e não reconheceram as assinaturas. A conferência dos 3 nomes abaixo e 3 nomes acima não foi efetivamente realizada, impossibilitando confirmar a suposta fraude (se bem que a documentação eleitoral estava viciada por conta de sua violação e manipulação). Não se constatou falsificação de assinaturas, apenas que haviam algumas assinaturas em local diverso (se a pessoa assinou em local indevido, isso ocorreu sob anuência do coordenador de mesa – indicado pela comissão eleitoral – que como vimos não apontou nenhuma ocorrência na coleta de votos e assinaturas). Beneficiando a chapa 1 que a indicou, a Comissão Eleitoral anulou a eleição sem comprovar a exatidão das ocorrências e sem indicar quem seriam os eventuais autores da suposta fraude que teria ocorrido num processo sob seu exclusivo controle.
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  1. Chegando ao fim desta etapa, e comprovando a verdade dos fatos por meio da ampla e concreta apresentação de documentos, fica claro o porquê chamamos de golpe as ações autoritárias e antissindicais praticadas pela direção do sindicato, sua chapa e sua comissão eleitoral, golpe este levado a cabo com a anulação da eleição legítima da CHAPA 2.

A CHAPA 2 – OPOSIÇÃO UNIFICADA entrou com processo no judiciário para tentar derrubar o golpe e garantir o respeito à decisão democrática dos trabalhadores.

Os trabalhadores, por sua vez, fartos das manobras e dos prejudiciais acordos de gabinete da direção sindical com o governo, demonstram cada vez mais apoio à CHAPA 2 e rechaçam as mentiras e calúnias produzidas pela chapa do Marinho.

Exigindo respeito ao processo eleitoral e reiterando a legitimidade da vitória da CHAPA 2, MAIS DE 3 MIL SERVIDORES PÚBLICOS ASSINARAM O ABAIXO-ASSINADO EM NOSSO APOIO!!!

A ampla mobilização dos trabalhadores garantiu que, desta vez, 02 servidores públicos independentes da influência da chapa marinheira fossem eleitos para a Comissão Eleitoral. E teríamos eleito a maioria, não fossem as manobras realizadas pela direção do sindicato na última assembleia.

Agora, com a força e a unidade da categoria, com o apoio de sindicatos e de centrais sindicais combativas e independentes de governos,  vamos novamente trabalhar para derrotar nas urnas nos dias 26 e 27 de novembro, mais uma vez e tantas quantas for necessário, a chapa aliada do prefeito e as centrais sindicais pelegas e governistas!

Por um Sindserv indepente de governos, partidos e centrais sindicais pelegas e governistas!!!

 

 

OPOSIÇÃO UNIFICADA: ALTERNATIVA DEMOCRÁTICA.

NADA SERÁ COMO ANTES! 

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Para quem não leu os artigos anteiores:

Parte 1:

http://oposicaounificadasbc.blogspot.com.br/2015/10/como-se-construiu-o-golpe-da-direcao-do.html

Parte 2:

http://oposicaounificadasbc.blogspot.com.br/2015/11/como-se-construiu-o-golpe-da-direcao-do.html

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Veja o vídeo em que o presidente do Sindserv reconhece a legitimidade da vitória da CHAPA 2:

http://pedralascada.org/2015/10/07/carta-aberta-aos-membros-da-chapa-1-seus-apoiadores-e-simpatizantes/

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Para entender que o golpe em SBC não é um caso isolado e faz parte de uma política da CUT:

http://cspconlutas.org.br/2015/11/secretaria-executiva-nacional-da-csp-conlutas-aprova-campanha-contra-golpismo-da-cut-em-eleicoes-sindicais/

Carta aberta ao movimento sindical, à direção da Central Única dos Trabalhadores e às demais organizações dos trabalhadores

Do site da Central Sindical e Popular – Conlutas

Clique para acessar o Carta-%C3%A0-CUT.pdf

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São Paulo, 04 de novembro de 2.015.

 
À Direção Nacional da CUT

As recentes eleições sindicais no Sindserv (Sindicato dos Servidores Públicos de São Bernardo do Campo), no SISMMAR-PR (Sindicato dos Servidores Públicos Municipais de Maringá) e no Sinteps-SP (Sindicato dos Trabalhadores do Centro Paulo Souza) colocam em xeque os processos de eleições sindicais de sindicatos dirigidos pela CUT (Central Única dos Trabalhadores).

Foram eleições nas quais concorreram chapas da oposição apoiadas pela CSPConlutas, em processos que já beneficiam as chapas de situação, todas da CUT, com total controle do processo pela diretoria em término de mandato e com comissões eleitorais totalmente alinhadas com a chapa de situação.

A lisura dessas eleições está comprometida, por manobras cometidas pelos dirigentes cutistas dessas entidades, que não aceitam perder e não reconhecem a vitória de chapas de oposição, eleitas legitimamente pela base.

Após os resultados das eleições confirmarem a derrota das chapas de situação, nos casos de São Bernardo do Campo e de Maringá, as diretorias derrotadas e as comissões eleitorais, por elas controladas, fabricaram “fraudes” eleitorais que justificariam a anulação das eleições. Por quem? Pelas próprias comissões eleitorais que dirigiram a eleição e proclamaram os resultados apurados nas urnas.

Essas direções, que perderam o comando desses importantes sindicatos, por decisão dos trabalhadores, agora estão anulando as eleições, através das comissões eleitorais que controlam, mas que deveriam ter uma postura imparcial, o que configura um golpe contra a democracia no interior dos nossos sindicatos.

Sindserv

Em São Bernardo do Campo, nas eleições do Sindserv, venceu a Chapa 2, de oposição, apoiada pela CSP Conlutas, vitória essa reconhecida pela atual direção, em vídeo amplamente divulgado, do dia da apuração. No entanto, passados alguns dias, a comissão eleitoral, composta pela atual direção e indicada por membros da Chapa 1, ligados à CUT, anulou a eleição.

A Chapa 2 acionou a justiça para que esse processo de nulidade da eleição seja revertido. Há inclusive a denúncia, publicada no Diário do Grande ABC, de que o prefeito Luiz Marinho (PT), ex-presidente da CUT, tenha orientado o presidente do Sindserv, Giovani Chagas (PT), a reverter a derrota na eleição da entidade.

SISMMAR

No SISMMAR de Maringá, três chapas concorreram, sendo as chapas 1 e 3 de situação e apoiadas pela CUT, e a Chapa 2, de oposição, apoiada pela CSP-Conlutas. A apuração ficou dessa forma: Chapa 1: 808 votos; Chapa 2: 884 votos e Chapa 3: 903 votos. O Estatuto da entidade prevê segundo turno, entre as duas chapas mais votadas, quando nenhuma das chapas obtiver mais de 50%. Por isso, as chapas 2 e 3 iriam disputar o segundo turno. A chapa 1 não aceitou o resultado e, aproveitando-se da maioria que tem na comissão eleitoral, em nome próprio, anulou as eleições. A Chapa 2 continua com os encaminhamentos jurídicos, com o objetivo de manter o segundo turno da eleição, que foi legítima.

Sinteps

No Sinteps – Centro Paula Souza, depois de mais de 20 anos, essa foi a primeira vez em que concorrem duas chapas às eleições: a Chapa 1, da atual direção, ligada à CUT, e a Chapa 2, apoiada pela nossa Central, a CSP Conlutas.

A comissão eleitoral e a Chapa 1, composta por cutistas, não informaram os locais onde estariam as urnas, para que os fiscais da Chapa 2 pudessem participar do processo, entre diversas outras manobras que impediram a participação da chapa de oposição. Associados do sindicato, militantes e apoiadores da Chapa 2 foram agredidos por capangas contratados pela diretoria. A justiça foi acionada e uma liminar pode anular a eleição.

Defendemos a democracia e o respeito às decisões dos trabalhadores

A CSP-Conlutas defende a democracia sindical e repudia qualquer tentativa de golpe, manobra por parte de diretorias ou chapas que não aceitam perder.

As eleições devem ser democráticas, com paridade nas mesas de coleta e na fiscalização, com roteiros pré-determinados, acesso às listas de votantes com antecedência, enfim, com igualdade de condições na disputa.

Não é possível permitir o comportamento desses dirigentes cutistas, que jogam no lixo a liberdade e autonomia sindicais, ao desrespeitarem as bases e levarem à judicialização das eleições.

Denunciamos essas ações antissindicais e vamos lutar, junto aos trabalhadores, para combater golpes e manobras dessas direções.

A direção da CUT Nacional, especialmente, mas também as direções das demais centrais, deve explicações frente a esses fatos, afinal isso vem acontecendo em várias entidades sob seu controle.

Esse não é o método da democracia operária, por isso exigimos um posicionamento categórico que busque coibir e impedir essas fraudes e golpes; o vale-tudo que está tomando conta das eleições sindicais em nosso país. São práticas deploráveis que combatemos juntos no “novo sindicalismo” dos anos 80 contra a pelegada constituída durante a ditadura militar, e que não precisamos ver reeditadas por parte daqueles que as combateram.

Queremos democracia e respeito à base!

Secretaria Executiva Nacional da CSP-Conlutas – Central Sindical e Popular

Como se construiu o golpe da direção do sindicato e sua chapa 1 contra os trabalhadores – Parte 2

Do blog da CHAPA 2 – Oposição Unificada
http://oposicaounificadasbc.blogspot.com.br/2015/11/como-se-construiu-o-golpe-da-direcao-do.html

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PARTE 2 –  TENTATIVA DE OMISSÃO DAS MANOBRAS DENUNCIADAS PELA CATEGORIA E APRESENTADOS PELA CHAPA 2 E RECONHECIMENTO DA LEGITIMIDADE DO RESULTADO DAS ELEIÇÕES.
1.A apuração dos votos foi toda controlada pela chapa 1, por meio dos mesários e coordenadores de mesa indicados pela Comissão Eleitoral que, como vimos anteriormente, foi toda indicada pela chapa 1 num processo coordenado pelo presidente do sindicato e candidato à reeleição pela chapa governista. Os coordenadores de mesa definiram trajetos das urnas à revelia do percurso publicado criando dificuldades para coletar votos nos locais em que a chapa 1 considerava que eram predominantemente constituídos por simpatizantes da chapa da Oposição.
Tais manobras foram denunciadas por dezenas de servidores públicos, por meio de e-mails encaminhados ao sindicato com cópia para o e-mail da Oposição Unificada. Mantendo a luta pela garantia de democracia, lisura e transparência na eleição, a CHAPA 2 registrou estas ocorrências já no primeiro dia de votação:
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A CHAPA 2 teve que protocolar as ocorrências em documento à parte da ata elaborada pela Comissão Eleitoral, pois a Comissão Eleitoral se recusou a registrar em ata as denúncias apresentadas.
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2. No dia da apuração todas as listas foram conferidas pelos mesários e coordenadores de mesa, além dos advogados contratados pela chapa 1, e no final da apuração foi  lavrada uma ata de 13 páginas detalhando o processo de coleta de votos urna por urna, sem qualquer registro de ocorrências por parte dos coordenadores/ presidentes de mesa (todos indicados pela Comissão Eleitoral indicada pela chapa 1), que durante o processo de votação ficaram de posse das listagens e foram responsáveis por conferir as assinaturas dos eleitores. Nesta ata, a Comissão Eleitoral, assim como o próprio Chagas e o presidente da apuração legitimam a vitória da chapa 2, atestando que o processo ocorreu sem problemas.
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3. É interessante observar que, enquanto tinham a certeza da vitória (certeza esta evidenciada nas palavras de ordem e cantos de vitória entoados por membros e simpatizantes da chapa governista até minutos antes do resultado final da apuração), e depois ainda sob o efeito do impacto da derrota inesperada, tanto a Comissão Eleitoral indicada pela chapa 1, como a própria chapa 1, o presidente do Sindserv SBC, o presidente da apuração, os mesários e presidentes de mesa – todos eles vinculados à atual diretoria do sindicato – atestaram a lisura do processo eleitoral.
Mas, então, se o processo de coleta de votos transcorreu em “rigorosa obediência” ao Estatuto do Sindicato conforme atestaram, se as únicas ocorrências registradas (e registradas pela CHAPA 2!) diziam respeito ao não cumprimento de horários e dos roteiros previstos, como pode posteriormente a chapa derrotada e seu presidente-candidato-à-reeleição alegar, juntamente com sua Comissão Eleitoral, irregularidades num processo eleitoral absolutamente coordenado, conduzido e controlado por eles mesmos?
Em outras palavras, como se produziu a suposta fraude que até a apuração simplesmente não existia?
É  que veremos na próxima e última parte desta famigerada história que se configura em verdadeiro golpe da direção do Sindserv contra os servidores públicos.

Como se construiu o golpe da direção do sindicato e sua chapa 1 contra os trabalhadores – Parte 1

Do Blog da Oposição Unificada

http://oposicaounificadasbc.blogspot.com.br/

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PARTE 1 – A FALSA NEUTRALIDADE E A FARSA DA DEMOCRACIA NA COMISSÃO ELEITORAL

  1. A Comissão Eleitoral não era “neutra”: foi toda indicada pela chapa 1.O trecho acima refere-se à assembleia de eleição da Comissão Eleitoral, do dia 19 de agosto. Nesta assembleia, buscando garantir democracia na condução do processo eleitoral, a CHAPA 2 propôs composição proporcional na Comissão Eleitoral. A Representante da CHAPA 1 e atual Secretária Geral do Sindserv propôs voto em bloco, o que levou à constituição da Comissão Eleitoral somente com indicados da CHAPA 1.

Ata de reunião no Ministério Público do Trabalho_1

2. Não foi concedida para a representante da CHAPA 2 a lista de presença da assembleia de eleição da Comissão Eleitoral. Com havia no recinto da assembleia pessoas estranhas à categoria, queríamos verificar se todos os presentes cumpriam o requisito para participação na assembleia. Por que será que não nos deram nem vistas à lista? Quem não deve não teme!

Ata de reunião no Ministério Público do Trabalho_3

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3.A direção do sindicato e sua chapa tentam enganar a categoria quando sugerem que as decisões da Comissão Eleitoral teriam contado com a aprovação de nossa representante, e omitem que a CHAPA 2 sempre manifestou suas discordâncias de todos os atos e procedimentos considerados arbitrários e ilegais, solicitando o registro em ata, porém nem sempre sendo atendida. A verdade é que a representante da CHAPA 2 não possuía poder de decisão na Comissão Eleitoral. Pior que isso, as manifestações da CHAPA 2 junto à Comissão Eleitoral eram censuradas nas atas.

Ata de reunião no Ministério Público do Trabalho_2

Assembleia no Sindserv hoje, 18h

Bom dia!
Hoje às 18h tem assembleia no sindicato. Mais uma vez o horário e dia escolhido dificulta a participação de grande parte do funcionalismo. Correm notícias de que estão telefonando para aposentados e apoiadores da chapa derrotada para estarem a partir das 17h no sindicato, numa reedição da primeira assembleia que elegeu a comissão eleitoral indicada pela chapa 1, e à semelhança do que fez o governo na votação do estatuto. Prática típica dos que, no intuito de usurpar uma direção que perderam no voto, costumam golpear o processo democrático. A organização e a unidade dos servidores públicos é fundamental para mais uma vez impor uma derrota à direção governista e garantir o respeito à decisão democrática dos trabalhadores que elegeram a CHAPA 2. Contamos com você na assembleia. Se possível chegue antes das 18h, se não puder, lembre que a segunda chamada é às 18h30.

TODOS À ASSEMBLEIA TERÇA-FEIRA, 27 DE OUTUBRO, ÀS 18H, CONTRA O GOLPE DA CHAPA 1 E DA DIREÇÃO GOVERNISTA

Dando continuidade ao golpe contra os servidores públicos, a direção do Sindserv  publicou edital de novas eleições, com convocação para assembleia geral para a próxima terça-feira, 27 de outubro, às 18h.

Não vamos aceitar a continuidade do golpe! No entanto, enquanto o processo corre na justiça, precisamos garantir a eleição de uma comissão eleitoral livre da influência da chapa 1.

É preciso transformar a nossa indignação em ação coletiva!

É necessário que cada servidor público que foi golpeado pelas costas com a anulação da eleição ajude na mobilização contra o golpe, imprimindo o abaixo-assinado e recolhendo assinaturas nos diversos setores do funcionalismo!

Precisamos que todos compareçam às 18h da próxima terça-feira na assembleia do sindicato para impedir que o golpe  continue!

Participe e ajude a mobilizar os colegas de trabalho.

Nesta assembleia, que é parte da continuidade do golpe da direção governista, será eleita uma nova comissão eleitoral. Enquanto a justiça não decidir nossos recursos, precisamos garantir que a nova comissão eleitoral seja eleita livre da influência da chapa marinheira!

Daqui para frente nossa mobilização será primordial para a garantia da decisão democrática da categoria!

Chapa 1 dá golpe e impugna eleição do Sindserv; Chapa 2 acionará justiça para fazer valer vontade da base

Do sítio da CSP-Conlutas

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A eleição que deu a vitória para a Chapa 2, apoiada pela CSP-Conlutas, para a diretoria do Sindserv (Sindicato dos Servidores Públicos) de São Bernardo do Campo, foi anulada pela comissão eleitoral, composta pela atual direção e indicadapor membros da Chapa 1.

De acordo com o presidente da Chapa vencedora, Marcelo Siqueira, a atual direção do Sindicato que compôs a Chapa 1, ligada à CUT, faz manobras para tentar deslegitimar a lisura do pleito, com a alegação de fraude nas eleições.

Segundo informações de Siqueira, a eleição foi controlada pela Chapa 1. O presidente da atual gestão, Giovani Chagas, foi coordenador de todo o processo eleitoral, indicando, inclusive, membros de sua confiança para a comissão eleitoral.

As eleições ocorrem nos dias 24 e 25, e em seguida a apuração que deu como vencedora a chapa 2. A Chapa 1 já havia se pronunciado publicamente, com reconhecimento da vitória da chapa 2 como vitoriosa.

No entanto, segundo relata Siqueira, no dia 1 de outubro, parte da comissão eleitoral e a Chapa 1 violaram o estatuto e decidiram por conta própria, sem consultar a chapa 2, abrir  urnas já lacradas, para averiguar possíveis fraudes. A partir aí, passaram a dizer que havia fraude nas assinaturas de algumas pessoas que votaram. “A Chapa 1 pediu vistas do processo eleitoral.  Foi realizada uma reunião com a comissão [composta por cinco pessoas e um representante de cada chapa], e decidiram abrir novamente as urnas, sem consultar o representante da chapa 2, o que é ilegal,”, disse Siqueira.

“Vamos trabalhar para que não haja outra eleição. Se houve alguma fraude, foi a violação de um documento eleitoral”, alertou.

A Chapa 2 vai acionar a justiça para que esse processo de nulidade da eleição seja revertido.

Além disso, um abaixo-assinado também está sendo divulgado entre os trabalhadores.

Os servidores demonstram apoio à Chapa 2 e reconhecem sua vitória, com demonstração de indignação pela impugnação da eleição.

 

Golpe em outras eleições

Segundo Siqueira, essa prática já é corriqueira em eleições em que a CUT é concorrente. “No Sindicato dos Servidores de Maringá (PR), ocorreu a mesma coisa, eles perderam e manobraram para impugnar a eleição. No Sindserv, que é o terceiro maior sindicato de servidores de São Paulo, eles conduziram da mesma forma, não admitem perder e manobram”, salientou.

A CSP-Conlutas segue apoiando a chapa 2, ainda com mais força agora, por se tratar de lutadores e lutadoras que lutam bravamente contra o governo e também contra a burocracia que o defende.

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Fonte: http://cspconlutas.org.br/2015/10/chapa-1-da-golpe-e-impugna-eleicao-do-sindserv-chapa-2-acionara-justica-para-fazer-valer-vontade-da-base/

Nota da CHAPA 2 sobre o golpe dado pela direção cutista do Sindserv, sua chapa e sua comissão eleitoral

Aos Servidores Públicos Municipais de São Bernardo do Campo e demais trabalhadores e entidades comprometidos com a democracia sindical

Nesta segunda-feira, 19 de outubro, a Comissão Eleitoral que foi indicada pela chapa 1 decidiu anular o resultado das eleições e convocar novas eleições para a direção do Sindserv.

Infelizmente, este ato de covardia contra os servidores públicos e contra a democracia já era mais do que previsto e faz parte de uma prática adotada nacionalmente pela CUT – Central Única dos Trabalhadores, vinculada ao PT, que tem impugnado eleições nos sindicatos em que ela se vê derrotada.

O recurso da chapa 1 à sua comissão eleitoral não poderia ser aceito, pois estava em desacordo com o previsto no estatuto, que estabelece, entre outras coisas, que devem ser anexadas provas ao pedido de impugnação, o que não ocorreu.

É preciso que todos saibam que parte da comissão eleitoral e parte da chapa 1 abriu e manipulou documentação eleitoral que estava sob a sua guarda, na sede do sindicato. Isso tudo sem a presença e sem o conhecimento prévio da representante da CHAPA 2.

Esta ação se constituiu em grave violação da documentação eleitoral! Somente a partir daí é que a chapa governista passou a alegar supostas fraudes e a comissão eleitoral empreendeu vistorias nas listagens que, por força da manipulação indevida, se tornaram viciadas.

Mesmo tendo sido alertada de que estava agindo em desacordo ao Estatuto do Sindserv e sem a devida imparcialidade, a Comissão Eleitoral deu continuidade ao falso processo de diligência, contratando novos advogados e até mesmo um cartorário para tentar dar ares de regularidade ao golpe!

Foram feitas verificações nas listagens de todas as urnas, sem aparente critério para indicação de assinaturas consideradas “inconsistentes”. O máximo que se conseguiu verificar é que existem algumas assinaturas em local errado, e não “falsificação de assinaturas”. Além disso, NÃO HÁ mais votos do que a quantidade de assinaturas.

A Comissão Eleitoral não procurou apurar se as assinaturas eram de pessoas que na hora de assinar erraram de lugar. Pior que isso, agindo a favor dos interesses da chapa 1 que a indicou, tratou de denominar como “fraude” o que pode ser simples erro de assinatura.

É preciso que se diga que tais erros estatutariamente não levam à impugnação nem de urna, muito menos de eleição. Portanto, a decisão da Comissão Eleitoral é uma afronta ao Estatuto do Sindserv, às liberdades sindicais, à democracia e aos servidores públicos municipais.

Ora, o processo eleitoral foi completamente dirigido e controlado pela chapa 1 por meio da direção do sindicato, de sua comissão eleitoral, de seus coordenadores de mesa e mesários. Se algum trabalhador assinou em local errado isso ocorreu sob a responsabilidade exclusiva dos coordenadores de mesa indicados pela comissão eleitoral indicada pela chapa 1, pois os coordenadores de mesa é que foram os responsáveis pela posse, controle das listagens, indicação e conferência das assinaturas.

Se tivesse havido algum tipo de problema na coleta das assinaturas os presidentes de mesa deveriam ter registrado em ata. Ao contrário disso, atestaram que a coleta de votos e de assinaturas ocorreu na mais completa normalidade. Ou seja, asseguraram a lisura do pleito, assim como fizeram a Comissão Eleitoral, o presidente da apuração, o presidente do Sindserv (que é Coordenador do processo eleitoral e candidato à reeleição) e a representante da chapa 1 – ao menos enquanto estavam convictos da sua vitória.

Por meio de boletins e de comunicados via redes sociais, a chapa 1 tenta depreciar a imagem dos membros da CHAPA 2, associando de forma injuriosa a nossa vitória a supostos atos ilícitos. O que a chapa 1 não se conforma é que, ainda com todas as manobras que ela realizou para se reeleger, foi derrotada pela categoria, que de forma legítima e ordeira elegeu a CHAPA 2 para a direção do Sindserv.

Os servidores públicos, que conhecem de longa data as artimanhas da CUT, do PT e dessa direção sindical pelega e governista, não se deixarão enganar pelas calúnias e injúrias de quem não tem o hábito de respeitar decisões democráticas.

Diante de tantos ataques sofridos pelo funcionalismo público, a indignação se faz presente nas manifestações individuais de milhares de trabalhadores. Quanto mais golpes da direção governista, mais apoio e solidariedade recebe a CHAPA 2 – OPOSIÇÃO UNIFICADA.

Estamos tomando todas as providências possíveis e necessárias para reverter o golpe da direção do sindicato, inclusive as jurídicas. No entanto, ações isoladas são insuficientes para derrotar o golpe da CUT e do PT contra os trabalhadores.

No presente dia, a direção do Sindserv SBC, dando continuidade ao golpe contra os trabalhadores, publicou edital de convocação de novas eleições, com convocação para assembleia geral para a próxima terça-feira, 27 de outubro, às 18h.

Não vamos aceitar a continuidade do golpe! No entanto, enquanto o processo corre na justiça, precisamos garantir a eleição de uma comissão eleitoral livre da influência da chapa 1.

É preciso transformar a nossa indignação em ação coletiva!

É necessário que cada servidor público que foi golpeado pelas costas com a anulação da eleição ajude na mobilização contra o golpe, imprimindo o abaixo-assinado e recolhendo assinaturas nos diversos setores do funcionalismo!
E ao mesmo tempo ajude a mobilizar todo o funcionalismo para participar da assembleia geral chamada pela direção do sindicato para a próxima terça-feira, 27 de outubro, às 18h! Nesta assembleia, que é parte da continuidade do golpe da direção governista, será eleita uma nova comissão eleitoral. Enquanto a justiça não decidir nossos recursos, precisamos garantir que a nova comissão eleitoral seja eleita livre da influência da chapa marinheira!

Faça valer o seu desejo de mudança na direção sindical! Além do abaixo assinado e da participaçaõ e mobilização para a assembleia do dia 27 de outubro, compareça às nossas reuniões, compartilhe os informes nas redes sociais, ajude na distribuição dos nossos panfletos, participe de todas as ações propostas.

Daqui para frente nossa mobilização será primordial para a garantia da decisão democrática da categoria!

 

21 de outubro de 2015

CHAPA2

OPOSIÇÃO UNIFICADA: ALTERNATIVA DEMOCRÁTICA

NADA SERÁ COMO ANTES

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Clique abaixo para acessar o abaixo assinado

ABAIXO-ASSINADO DO RESULTADO ELEITORAL