Como se construiu o golpe da direção do sindicato e sua chapa 1 contra os trabalhadores – Parte 3

Do blog da OPOSIÇÃO UNFICADA – CHAPA 2: http://oposicaounificadasbc.blogspot.com.br/

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Nas duas primeiras partes deste elucidativo artigo, comprovamos que:

a) A Comissão Eleitoral indicada pela chapa governista não era neutra, pois foi composta integralmente por pessoas indicadas pela chapa governista, agindo conforme os interesses de quem a indicou;
b) A Comissão Eleitoral inicialmente recusava-se a registrar em ata as observações e protestos feitos pela representante da CHAPA 2. Desta forma, na maioria das atas registrava-se unicamente o que interessava à chapa que havia indicado a Comissão Eleitoral. Esta situação só começou a mudar – e não mudou completamente – após mediação do Ministério Púbico do Trabalho;
c) O processo eleitoral em curso – e agora reeditado – não foi democrático, posto que foi controlado, conduzido e coordenado por pessoas ligadas à chapa derrotada na eleição, o que torna impossível haver qualquer possibilidade de cometimento de irregularidades pela CHAPA 2, muito menos em nosso benefício.
Vimos também que, enquanto tinham a certeza da vitória e pouco depois no fim da apuração, tanto a Comissão Eleitoral indicada pela chapa 1, como a própria chapa 1 por meio de sua representante, o presidente do Sindserv SBC (candidato à reeleição e ao mesmo tempo coordenador geral do processo eleitoral), o presidente da apuração, os mesários e presidentes de mesa – todos eles vinculados à atual diretoria do sindicato – atestaram a lisura do processo eleitoral e reconheceram a legitimidade da vitória da CHAPA 2.
Encerramos o artigo anterior com as seguintes perguntas:
a) Se o processo de coleta de votos transcorreu em “rigorosa obediência” ao Estatuto do Sindicato conforme atestaram, se as únicas ocorrências registradas (e registradas pela CHAPA 2!) diziam respeito ao não cumprimento de horários e dos roteiros previstos, como pode posteriormente a chapa derrotada e seu presidente-candidato-à-reeleição alegar, juntamente com sua Comissão Eleitoral, irregularidades num processo eleitoral absolutamente coordenado, conduzido e controlado por eles mesmos?
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A este respeito, vejamos o que diz matéria publicada em 21 de outubro no Diário do Grande ABC:
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b) Mas, então, como se produziu a suposta fraude que até a apuração simplesmente não existia?
De uma coisa nós, da OPOSIÇÃO UNIFICADA, sabemos – e a categoria não tem dúvida: se houve irregularidades elas não foram cometidas pela CHAPA 2. Até mesmo porque todo o controle da eleição e a guarda da documentação eleitoral estiveram sob o domínio da chapa governista…
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1. Após a apuração dos votos e lavrada a ata que legitimou a vitória da CHAPA 2, toda a documentação eleitoral ficou sob a guarda da Comissão Eleitoral, no sindicato (em uma sala cujo acesso não estava devidamente lacrado). A comissão eleitoral indicada pela chapa 1 permitiu que Nilton Ferreira, membro da direção atual e da chapa derrotada, olhasse as listas de votação sem a presença de toda a comissão eleitoral e sem o conhecimento prévio da representante da Oposição Unificada, que só foi convocada quando já havia sido violado o material eleitoral.
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Observe que apesar de usar o artigo 129 como justificativa para atender solicitação de vistas à documentação eleitoral, a Comissão Eleitoral procedeu de forma arbitrária extrapolando suas atribuições, pois não há previsão estatutária nem em relação à vistas posteriores nem em relação à “diligências”. O artigo 129 trata da interposição de recursos, cujos “documentos de prova” devem ser anexados ao recurso inteposto, no ato da entrega, e não posteriormente.
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2. Não é verdade que a representante da CHAPA 2 concordou com o factoide armado pela chapa 1. Sempre que esteve nas reuniões, nossa representante protestou e deixou claro os nossos posicionamentos, como mostra esse trecho da ata do dia 2 de outubro.
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  1. O golpe é escancarado: mesmo reconhecendo ser “IMPOSSÍVEL constatar a exatidão de todas ocorrências”, a Comissão Eleitoral decide anular a eleição. De todas as ligações realizadas, alega que 14 eleitores disseram que não votaram – somente 6 compareceram e não reconheceram as assinaturas. A conferência dos 3 nomes abaixo e 3 nomes acima não foi efetivamente realizada, impossibilitando confirmar a suposta fraude (se bem que a documentação eleitoral estava viciada por conta de sua violação e manipulação). Não se constatou falsificação de assinaturas, apenas que haviam algumas assinaturas em local diverso (se a pessoa assinou em local indevido, isso ocorreu sob anuência do coordenador de mesa – indicado pela comissão eleitoral – que como vimos não apontou nenhuma ocorrência na coleta de votos e assinaturas). Beneficiando a chapa 1 que a indicou, a Comissão Eleitoral anulou a eleição sem comprovar a exatidão das ocorrências e sem indicar quem seriam os eventuais autores da suposta fraude que teria ocorrido num processo sob seu exclusivo controle.
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  1. Chegando ao fim desta etapa, e comprovando a verdade dos fatos por meio da ampla e concreta apresentação de documentos, fica claro o porquê chamamos de golpe as ações autoritárias e antissindicais praticadas pela direção do sindicato, sua chapa e sua comissão eleitoral, golpe este levado a cabo com a anulação da eleição legítima da CHAPA 2.

A CHAPA 2 – OPOSIÇÃO UNIFICADA entrou com processo no judiciário para tentar derrubar o golpe e garantir o respeito à decisão democrática dos trabalhadores.

Os trabalhadores, por sua vez, fartos das manobras e dos prejudiciais acordos de gabinete da direção sindical com o governo, demonstram cada vez mais apoio à CHAPA 2 e rechaçam as mentiras e calúnias produzidas pela chapa do Marinho.

Exigindo respeito ao processo eleitoral e reiterando a legitimidade da vitória da CHAPA 2, MAIS DE 3 MIL SERVIDORES PÚBLICOS ASSINARAM O ABAIXO-ASSINADO EM NOSSO APOIO!!!

A ampla mobilização dos trabalhadores garantiu que, desta vez, 02 servidores públicos independentes da influência da chapa marinheira fossem eleitos para a Comissão Eleitoral. E teríamos eleito a maioria, não fossem as manobras realizadas pela direção do sindicato na última assembleia.

Agora, com a força e a unidade da categoria, com o apoio de sindicatos e de centrais sindicais combativas e independentes de governos,  vamos novamente trabalhar para derrotar nas urnas nos dias 26 e 27 de novembro, mais uma vez e tantas quantas for necessário, a chapa aliada do prefeito e as centrais sindicais pelegas e governistas!

Por um Sindserv indepente de governos, partidos e centrais sindicais pelegas e governistas!!!

 

 

OPOSIÇÃO UNIFICADA: ALTERNATIVA DEMOCRÁTICA.

NADA SERÁ COMO ANTES! 

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Para quem não leu os artigos anteiores:

Parte 1:

http://oposicaounificadasbc.blogspot.com.br/2015/10/como-se-construiu-o-golpe-da-direcao-do.html

Parte 2:

http://oposicaounificadasbc.blogspot.com.br/2015/11/como-se-construiu-o-golpe-da-direcao-do.html

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Veja o vídeo em que o presidente do Sindserv reconhece a legitimidade da vitória da CHAPA 2:

http://pedralascada.org/2015/10/07/carta-aberta-aos-membros-da-chapa-1-seus-apoiadores-e-simpatizantes/

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Para entender que o golpe em SBC não é um caso isolado e faz parte de uma política da CUT:

http://cspconlutas.org.br/2015/11/secretaria-executiva-nacional-da-csp-conlutas-aprova-campanha-contra-golpismo-da-cut-em-eleicoes-sindicais/

Carta aberta ao movimento sindical, à direção da Central Única dos Trabalhadores e às demais organizações dos trabalhadores

Do site da Central Sindical e Popular – Conlutas

Clique para acessar o Carta-%C3%A0-CUT.pdf

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São Paulo, 04 de novembro de 2.015.

 
À Direção Nacional da CUT

As recentes eleições sindicais no Sindserv (Sindicato dos Servidores Públicos de São Bernardo do Campo), no SISMMAR-PR (Sindicato dos Servidores Públicos Municipais de Maringá) e no Sinteps-SP (Sindicato dos Trabalhadores do Centro Paulo Souza) colocam em xeque os processos de eleições sindicais de sindicatos dirigidos pela CUT (Central Única dos Trabalhadores).

Foram eleições nas quais concorreram chapas da oposição apoiadas pela CSPConlutas, em processos que já beneficiam as chapas de situação, todas da CUT, com total controle do processo pela diretoria em término de mandato e com comissões eleitorais totalmente alinhadas com a chapa de situação.

A lisura dessas eleições está comprometida, por manobras cometidas pelos dirigentes cutistas dessas entidades, que não aceitam perder e não reconhecem a vitória de chapas de oposição, eleitas legitimamente pela base.

Após os resultados das eleições confirmarem a derrota das chapas de situação, nos casos de São Bernardo do Campo e de Maringá, as diretorias derrotadas e as comissões eleitorais, por elas controladas, fabricaram “fraudes” eleitorais que justificariam a anulação das eleições. Por quem? Pelas próprias comissões eleitorais que dirigiram a eleição e proclamaram os resultados apurados nas urnas.

Essas direções, que perderam o comando desses importantes sindicatos, por decisão dos trabalhadores, agora estão anulando as eleições, através das comissões eleitorais que controlam, mas que deveriam ter uma postura imparcial, o que configura um golpe contra a democracia no interior dos nossos sindicatos.

Sindserv

Em São Bernardo do Campo, nas eleições do Sindserv, venceu a Chapa 2, de oposição, apoiada pela CSP Conlutas, vitória essa reconhecida pela atual direção, em vídeo amplamente divulgado, do dia da apuração. No entanto, passados alguns dias, a comissão eleitoral, composta pela atual direção e indicada por membros da Chapa 1, ligados à CUT, anulou a eleição.

A Chapa 2 acionou a justiça para que esse processo de nulidade da eleição seja revertido. Há inclusive a denúncia, publicada no Diário do Grande ABC, de que o prefeito Luiz Marinho (PT), ex-presidente da CUT, tenha orientado o presidente do Sindserv, Giovani Chagas (PT), a reverter a derrota na eleição da entidade.

SISMMAR

No SISMMAR de Maringá, três chapas concorreram, sendo as chapas 1 e 3 de situação e apoiadas pela CUT, e a Chapa 2, de oposição, apoiada pela CSP-Conlutas. A apuração ficou dessa forma: Chapa 1: 808 votos; Chapa 2: 884 votos e Chapa 3: 903 votos. O Estatuto da entidade prevê segundo turno, entre as duas chapas mais votadas, quando nenhuma das chapas obtiver mais de 50%. Por isso, as chapas 2 e 3 iriam disputar o segundo turno. A chapa 1 não aceitou o resultado e, aproveitando-se da maioria que tem na comissão eleitoral, em nome próprio, anulou as eleições. A Chapa 2 continua com os encaminhamentos jurídicos, com o objetivo de manter o segundo turno da eleição, que foi legítima.

Sinteps

No Sinteps – Centro Paula Souza, depois de mais de 20 anos, essa foi a primeira vez em que concorrem duas chapas às eleições: a Chapa 1, da atual direção, ligada à CUT, e a Chapa 2, apoiada pela nossa Central, a CSP Conlutas.

A comissão eleitoral e a Chapa 1, composta por cutistas, não informaram os locais onde estariam as urnas, para que os fiscais da Chapa 2 pudessem participar do processo, entre diversas outras manobras que impediram a participação da chapa de oposição. Associados do sindicato, militantes e apoiadores da Chapa 2 foram agredidos por capangas contratados pela diretoria. A justiça foi acionada e uma liminar pode anular a eleição.

Defendemos a democracia e o respeito às decisões dos trabalhadores

A CSP-Conlutas defende a democracia sindical e repudia qualquer tentativa de golpe, manobra por parte de diretorias ou chapas que não aceitam perder.

As eleições devem ser democráticas, com paridade nas mesas de coleta e na fiscalização, com roteiros pré-determinados, acesso às listas de votantes com antecedência, enfim, com igualdade de condições na disputa.

Não é possível permitir o comportamento desses dirigentes cutistas, que jogam no lixo a liberdade e autonomia sindicais, ao desrespeitarem as bases e levarem à judicialização das eleições.

Denunciamos essas ações antissindicais e vamos lutar, junto aos trabalhadores, para combater golpes e manobras dessas direções.

A direção da CUT Nacional, especialmente, mas também as direções das demais centrais, deve explicações frente a esses fatos, afinal isso vem acontecendo em várias entidades sob seu controle.

Esse não é o método da democracia operária, por isso exigimos um posicionamento categórico que busque coibir e impedir essas fraudes e golpes; o vale-tudo que está tomando conta das eleições sindicais em nosso país. São práticas deploráveis que combatemos juntos no “novo sindicalismo” dos anos 80 contra a pelegada constituída durante a ditadura militar, e que não precisamos ver reeditadas por parte daqueles que as combateram.

Queremos democracia e respeito à base!

Secretaria Executiva Nacional da CSP-Conlutas – Central Sindical e Popular

IMASF: URGENTE! TODOS À CÂMARA NESTA QUINTA-FEIRA CONTRA O TREM DA ALEGRIA

Foi convocada sessão extraordinária da Câmara de SBC para  esta quinta-feira (10 de setembro) para apreciação do projeto do governo petista para o IMASF. Trata-se de um projeto que além de não atender as reivindicações dos servidores públicos, transforma o IMASF à semelhança da SBCPrev, com a criação de cargos comissionados com altos salários e concentração de poderes nas mãos do governo.

Se aprovado o projeto de Marinho, os servidores públicos são só estarão sendo mais uma vez colocados de escanteio em assuntos de seu interesse como também terão parte de sua mensalidade (que aumentou abusivamente em quase 14%) destinada a sustentar novos cargos comissionados com salários exorbitantes.

Isso em um ano em que governo e direção do sindicato não negociaram nem a reposição da inflação, quanto menos aumento salarial!!!

Tod@s à Câmara de SBC , a partir das 09h, para impedir a criação de mais um trem da alegria!

Em defesa do IMASF sob o controle dos servidores!!!

 

 

Unidade para combater sindicalismo governista e direções divisionistas!

  Ainda acredito na unidade dos servidores públicos! Profissional da educação, GCM, profissional da Saúde, da cultura, da assistência social, do quadro administrativo e técnico, do jurídico, da finanças, dos serviços urbanos… Somos todos servidores públicos e enquanto servidores públicos devemos seguir lutando unidos! A divisão das categorias só fortalece o sindicalismo pelego, que serve a interesses partidários e governistas. Reconhecer as especificidades de cada categoria e contribuir com as conquistas específicas não pode pode ocorrer em contraposição às demais categorias, sob pena de fortalecer os governos de plantão e enfraquecer os trabalhadores. Seguiremos juntos, sempre!!! É isso que significa sindicato classista! É isso que defende a chapa 2 Oposição Unificada!!!
Por um Sindserv de todos os servidores, para todos os servidores!

  Em 24 e 25 de setembro, nas eleições do Sindserv SBC vote chapa 2! 

 IMASF – outro trem da alegria à vista!!!

Do blog da Oposição Unificada.

O governo petista está preparando um projeto de lei similar ao do SBCPrev para o IMASF, com a criação de cargos comissionados com altos salários. Marinho impôs um mandato biônico prorrogando por mais um ano o mandato de uma diretoria que endividou o instituto, sumiu com a reserva técnica existente e precarizou o atendimento ao servidor. Mesmo com poucos serviços e com queda na qualidade, a diretoria impôs um aumento da contribuição de mais de 13% quando o nosso salário teve reajuste 0 !!! O projeto do governo significa acabar com as eleições diretas, ou seja, tirar o direito do funcionário escolher a diretoria do nosso instituto. A falta de democracia e transparência tem sido a marca do governo petista, da gestão do IMASF e da diretoria do sindicato.

Um sindicato de luta deve incorporar essa luta e defender a apuração imediata pelo MP das irregularidades da gestão com condenação dos responsáveis. Por isso, a Chapa 2 – Oposição Unificada defende que o IMASF seja controlado pelos servidores!

Não à intervenção!!

Eleições diretas já!!

CHAPA 2 – OPOSIÇÃO UNIFICADA: POR UMA DIREÇÃO COM PRINCÍPIOS PARA O SINDSERV !

Ao longo dos últimos anos, o governo Marinho tem precarizado o serviço público, com o aumento das terceirizações, arrocho salarial e piora nas condições de trabalho. Arrogância, desrespeito e desconsideração de direitos dos servidores são atitudes que marcam essa administração municipal.
Frente a esse cenário é fundamental que os trabalhadores estejam cada vez mais unidos e organizados para garantir direitos e melhorar as condições de trabalho e de salário. Porém, não encontramos na atual direção do Sindicato a resposta para a dura realidade que vivemos. Ao contrário, a atual diretoria do Sindicato se mostra reticente em enfrentar os desmandos do governo petista, numa clara postura de conivência com ele. Essa mesma postura de “simpatia” que demonstra pelo governo, a atual diretoria do Sindicato não apresenta com os trabalhadores, adotando atitudes truculentas e antidemocráticas, chegando a impedir POR MEIO DO USO DA FORÇA a manifestação de opiniões diferentes.
Uma direção sindical deve ser autônoma e independente de governos e partidos, ou seja, não pode estar atrelada politicamente às administrações, deve atuar acima de tudo com base em princípios sólidos, buscando fortalecer a organização e a consciência de classe dos servidores públicos.

Assim apresentamos nossos princípios:

  1. DEFESA DA CLASSE TRABALHADORA – Desenvolver a consciência de classe e praticar a solidariedade entre os trabalhadores. Posicionar-se ao seu lado tanto nas questões da categoria quanto as que envolvem a defesa de direitos de trabalhadores de outras categorias. Em relação à categoria é fundamental que a diretoria sindical se mantenha unida aos seus anseios, lutando para a garantia e ampliação de direitos, sem deixar que interesses de grupos e segmentos se contraponham aos interesses coletivos; é escolher o lado dos trabalhadores e orientar a categoria para a unidade, e não escolher o lado do patrão nas decisões e nas defesas a serem realizadas.

  2. DEFESA DA DEMOCRACIA E RESPEITO À PLURALIDADE DE IDEIAS. O direito de participação com garantia de voz a todos, inclusive das minorias, deve pautar as relações entre os servidores. Defender a democracia numa organização sindical passa por compreender a importância das instâncias de discussão e decisão dos trabalhadores; passa por realizar de congressos, plenárias, assembleias e reuniões garantindo para o conjunto dos trabalhadores a apresentação das posições existentes, divergentes ou não, de forma a respeitar a pluralidade de ideias. A diretoria sindical obrigatoriamente deve acatar as deliberações de assembleias e congressos. Defender a democracia também significa lutar para que a classe trabalhadora tenha voz e vez dentro da sociedade e estar atento para os riscos que a democracia sofre.

  3. DEFESA DA GARANTIA E AMPLIAÇÃO DE DIREITOS. Uma organização sindical não pode abrir mão de direitos conquistados pela classe trabalhadora ou pela categoria. Para isso, deve reconhecer as conquistas históricas dos trabalhadores, não negociar direitos já conquistados (como a reposição anual das perdas salariais) e lutar para o avanço dos direitos.

  4. DEFESA DO SERVIÇO PÚBLICO DE QUALIDADE. Posicionamento claro em defesa do serviço público de qualidade, compreendendo a importância do serviço público não só para quem trabalha (funcionalismo) mas TAMBÉM para quem utiliza (MUNÍCIPE e o próprio servidor). Defender o serviço público também é defender os direitos da classe trabalhadora que deve ter no serviço público o atendimento às suas necessidades, que garanta que os mais necessitados possam exercer o seu direito de ser sujeitos.

  5. POSICIONAMENTO CLARO EM DEFESA DOS SERVIDORES E DOS DIREITOS HUMANOS,no combate ao assédio moral, às discriminações de gênero e raça e todas as demais formas de opressão, buscando construir condições para que as relações de trabalho sejam respeitosas. Defesa das questões humanitárias que visem a evolução da humanidade, posicionando-se contra ações/projetos que signifiquem retrocessos em relação aos direitos civis e humanos.

  6. DEFESA DA AUTONOMIA E INDEPENDÊNCIA SINDICAL. Um sindicato classista deve ter independência de governos, partidos e empresas. Implica a não dependência econômica, seja no repasse financeiro do governo (que acontece por meio do imposto sindical), seja no atrelamento a empresas. O direito democrático de todo servidor público à filiação em partidos políticos é um princípio e, como tal, deve ser respeitado, não sendo condição nem impedimento para a livre participação na vida sindical. Contudo, o sindicato é um instrumento de representação e de organização de todos os servidores e, por isso, suas ações e lutas não podem se submeter aos interesses de governos e de partidos políticos.

  7. ACESSO LIVRE ÀS INFORMAÇÕES. Os meios de comunicação do sindicato devem ser usados para garantir o direito a todas as informações de interesse dos servidores, e não para perseguir e achincalhar trabalhadores. Deve ser plural, interativo e democrático.

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Conheça mais em: https://oposicaounificadachapa2.wordpress.com

Democracia e transparência devem acontecer na prática!

O que vocês achariam se a presidente Dilma Roussef tivesse concorrido à reeleição e fosse ela mesma (ou alguém indicado por ela) a responsável por presidir e fiscalizar o processo eleitoral?

E se, antes disso, os responsáveis por receber, analisar as documentações e registrar as chapas fossem ninguém mais além dos contratados pela presidente-candidata?

Tipo futebol de um cara só: ele bate escanteio, cabeceia, faz o gol, sai para o abraço (nele mesmo), e narra o jogo em que ele é juiz e cuja regra foi definida por ele!

Pois saibam que é exatamente isso que está ocorrendo nas eleições do nosso sindicato!

Segundo o estatuto que foi alterado às escondidas pela direção atual do Sindserv, o presidente do sindicato, que concorre à reeleição, controla todo o processo eleitoral e sua chapa tem acesso privilegiado às informações!

Estes poderes absolutistas jogam lama na democracia sindical, mas os servidores públicos saberão dar uma resposta à altura, apoiando e votando na CHAPA 2 – OPOSIÇÃO UNIFICADA.

Nada será como antes!!!

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Ps: Diante do autoritarismo praticado pela direção-candidata-à-reeleição, cabe uma paráfrase do artigo final de “Os Estatutos do Homem”, de Thiago de Mello:

Fica proibido o uso das palavras

“democracia” e “transparência”,

as quais serão suprimidas

dos boletins do sindicato

enquanto perdurar o estatuto autoritário,

e serão suprimidas do pântano enganoso

das bocas das direções autoritárias.

Democracia e transparência

devem ser algo vivo e praticado,

como um fogo ou um rio,

e sua morada deverá ser sempre

o coração dos servidores púbicos,

unidos e organizados

em um sindicato independente de partidos,

governos e centrais sindicais governistas e pelegas”.

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Visite o blog da CHAPA 2 – OPOSIÇÃO UNIFICADA:

https://oposicaounificadachapa2.wordpress.com

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Visite também o blog do Movimento Oposição Unificada:

http://oposicaounificadasbc.blogspot.com.br/

No tapetão não!!!

Do blog da Oposição Unificada – Chapa 2.
quinta-feira, 20 de agosto de 2015
NO TAPETÃO NÃO!!!

Exigimos transparência e democracia nas eleições do Sindserv Sbc para garantir condições justas e igualitárias a todas às duas chapas!

O que vcs achariam se a presidente Dilma Roussef tivesse concorrido à reeleição e fosse ela mesma (ou alguém indicado por ela) a responsável por presidir e fiscalizar o processo eleitoral?

E se, antes disso, os responsáveis por receber, deferir ou indeferir as documentações dos candidatos adversários fossem ninguém mais além dos contratados pela presidente-candidata?

Tipo futebol de um cara só …ele bate escanteio, cabeceia, faz o gol, sai para o abraço (nele mesmo), e narra o jogo em que ele é juiz e cuja regra foi definida por ele!

Pois saibam que é exatamente isso que está ocorrendo nas eleições do nosso sindicato!