Acesse o blog da CHAPA 2: https://oposicaounificadachapa2.wordpress.com/
E-mail: oposicaounificada.sbc@gmail.com
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O material de campanha da chapa governista continua na mesma linha suja das outras duas eleições: propostas requentadas, propaganda enganosa, informações distorcidas e calúnia, muita calúnia…
Eles não aprendem?! Acusam os outros das mazelas que eles fizeram e fazem. Será que não têm espelho? Ou precisam mesmo é de óleo de peroba?!
Chega a ser irônico constatar que em apenas uma frase conseguem dizer três mentiras grosseiras, enquanto escondem a verdade da categoria.
Nós da CHAPA 2 consideramos que todos os trabalhadores nas escolas, independente do cargo, desempenham função educativa, e por isso não apenas merecem como precisam ser devidamente valorizados, precisam ter direitos iguais aos dos demais profissionais que atuam na Educação.
Foi com base no princípio “SOMOS TODOS EDUCADORES” e sob o lema “NENHUM PROFISSIONAL FORA, NENHUM DIREITO A MENOS”, que de 2010 a 2013 ajudamos a organizar mais de 9000 trabalhadores em educação na construção da proposta de Estatuto dos Profissionais da Educação, contemplando profissionais de todos os cargos, incluindo os auxiliares de limpeza, para garantir como direito, e não como favor: formação em serviço, progressão na carreira, evolução salarial, processo de remoção com critérios justos e objetivos, acesso aos cargos por concurso público e, entre outras coisas, recesso escolar de verdade, sem ter que trabalhar horas a mais para compensar.
Com a conivência e omissão da direção do sindicato que fomentou a divisão entre diferentes segmentos da educação, o governo desrespeitou o processo democrático e impôs um projeto de estatuto antieducação e antitrabalhador, cujas consequências caóticas os profissionais da educação sofrem dia após dia.
A chapa 1 vem fazendo uma propaganda enganosa a respeito do recesso para os auxiliares de limpeza, alardeando como conquista um concessão que o governo dá quando interessa a ele (geralmente em anos eleitorais) para favorecer a sua imagem e a imagem de seus parceiros no sindicato.
A chapa 1 nunca lutou para que essa concessão do recesso escolar se torne um direito, deixando os trabalhadores reféns das vontades do prefeito!
NOSSA LUTA É PELA IGUALDADE DE DIREITOS ENTRE TODOS OS TRABALHADORES!
JUNTOS VAMOS LUTAR PARA QUE TEMPO DE DESCANSO, FORMAÇÃO EM SERVIÇO, EVOLUÇÃO FUNCIONAL, MELHORIAS NAS CONDIÇÕES DE TRABALHO E DE SALÁRIO… SEJAM DIREITOS GARANTIDOS LEGALMENTE PARA TODOS OS SERVIDORES, PARA QUE NENHUM GOVERNO OU DIREÇÃO SINDICAL TORNE OS TRABALHADORES REFÉNS DE SEUS CAPRICHOS.
CHAPA 2 – OPOSIÇÃO UNIFICADA
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Em 27.03.2016, a direção do Sindserv publicou uma nota acusatória no site da entidade a respeito de convocação feita por auxiliares em educação para assembleia. ESCLARECEMOS:
A nota publicada pela direção do sindicato, que concorre à reeleição, contém informações distorcidas, levianas e ofensivas. Obviamente, tem como objetivo tentar depreciar a imagem da CHAPA 2 e, desta forma, favorecer a si mesma – o que constitui uso impróprio de recurso do sindicato e fere a democracia.
EXIGIMOS, com igual destaque, a publicação da presente nota em todos os meios de comunicação do sindicato nos quais foi veiculada a nota da direção/ chapa um.
CHAPA 2 – OPOSIÇÃO UNIFICADA
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Nem
bem iniciou o processo eleitoral e a chapa governista já demonstra que calúnias, truculências e uso da estrutura do sindicato em benefício próprio continuarão dando o tom da sua campanha. E mais uma vez, na tentativa destrambelhada de atingir a OPOSIÇÃO UNIFICADA, a turma do chagas atirou no que viu e acertou no que não viu.
Ela viu uma convocação de assembleia feita por auxiliares em educação circulando nas redes sociais e interpretou como “apócrifa” a publicação compartilhada por pessoas com nome, sobrenome, carne e osso! Como o desespero cega a razão, viu nisso uma “oportunidade” para tentar depreciar a CHAPA 2, destilando mais acusações infundadas.
Porém, o que a CHAPA MARINHEIRA NÃO VIU é que existe vida pensante e pulsante fora do eixo da disputa sindical e, como não tem olhos para ver as necessidades dos servidores públicos, não viu que a mobilização dos auxiliares em educação pela redução da jornada de trabalho para 30 horas vem sendo construída desde a discussão do Estatuto da Educação e se intensificou com a implantação da jornada das creches, que acabou sobrecarregando os auxiliares em sala.
Não viu também que desde a aprovação do Estatuto os reflexos da desigualdade e disputa entre os profissionais vem se acirrando nas diferentes jornadas, nas ausências de formação para os demais segmentos, na sobrecarga de trabalho com a suspensão de contratações!!!
Não viu porque é ela que, junto com o governo, fomenta essa disputa e divisão, apesar de ter o péssimo hábito de acusar outros das mazelas que pratica.
Não viu que os auxiliares em educação, quando iniciaram a mobilização pela redução da jornada de trabalho, tentaram se organizar no sindicato, mas não receberam amparo dessa mesma direção que agora usa a estrutura do nosso sindicato para coagir e ameaçar servidores, tentando reprimir o direito democrático de liberdade de expressão e de reunião.
É que a chapa marinheira, acostumada a realizar modificações estatutárias e assembleias de prestação de contas na penumbra, não viu que a ditadura acabou e que desde 1988 existe uma Constituição Federal que garante a liberdade das pessoas se reunirem livremente para tratar de seus interesses, sem que para isso tenham de pedir autorização, ou estar sob a tutela de quem quer que seja.
Há 28 anos as pessoas têm garantido, ao menos em lei, o direito de decidirem sobre suas vidas, suas mentes e sobre seus corpos, debaterem, fazerem assembleias… Esta não é uma ação específica de sindicatos e condomínios!!!

A PRÁTICA VEXATÓRIA DA DIREÇÃO/ CHAPA UM TEM UM NOME: ASSÉDIO MORAL!
A organização dos trabalhadores é universal e constitucional e a criminalização das lutas é sempre inaceitável, embora seja uma prática comum do patronato, de seus representantes nos governos e nas direções sindicais pelegas e burocratizadas. Tem sido hábito da direção marinheira agir como capataz do patrão ao tecer calúnias contra opositores, ameaçar e tentar intimidar trabalhadores.
Uma direção sindical deve encampar a luta junto com os trabalhadores, ajudar a esclarecer, fomentar o debate crítico para o avanço das consciências, respeitar a autonomia, agregar e não segregar, construir e não destruir; acolher os trabalhadores quando estes tomam iniciativas de organização…
Para ser respeitada uma direção precisa compreender que autoridade se constrói na autoria da ação coletiva, e não por meio de bravatas, ameaças e imposições; deve ter a humildade de reconhecer que a representatividade legal não a torna única detentora do direito de reunir, comunicar, organizar, planejar, fazer… pensar!
Nosso sindicato ainda haverá de ser uma ferramenta a serviço dos interesses coletivos dos trabalhadores!
CHAPA 2 – OPOSIÇÃO UNIFICADA
O compromisso e a vontade dos trabalhadores nas duas primeiras eleições foram determinantes para que chegássemos até aqui. Mas, somente a mobilização da categoria unida e organizada impedirá novos golpes e garantirá que se concretize o desejo de mudança manifestado pela categoria..
A primeira tarefa de todos os que lutam para que o sindicato saia do controle do governo e retorne para o controle dos trabalhadores é participar da assembleia de eleição da comissão eleitoral. Precisamos eleger representantes comprometidos com a democracia a lisura e a transparência do novo processo eleitoral.
Novamente contamos com o empenho de todos que desejam mudanças, pois cada voto na OPOSIÇÃO UNFICADA – CHAPA 2 é um voto para resgatar o sindicato para as mãos dos trabalhadores.
Participe da assembleia, convoque seus colegas, mobilize-se e ajude a OPOSIÇÃO UNIFICADA a construir um sindicato de luta, democrático, independente de governos, partidos e de centrais sindicais pelegas e governistas!!!
Em audiência realizada no Ministério Público do Trabalho (MPT), a OPOSIÇÃO UNIFICADA garantiu a realização de novas eleições para a direção do Sindserv sob a coordenação e arbitragem do MPT. Finalmente vamos ter eleições que terão como premissa a lisura, a democracia e transparência no processo eleitoral.
As eleições acontecerão nos dias 17 e 18 de agosto, das 7h às 20h, com urnas eletrônicas fixas através do sistema do próprio MPT: serão 18 pontos de coleta de votos distribuídos pela cidade.
ASSEMBLEIA DE ELEIÇÃO DA COMISSÃO ELEITORAL: 20 DE JULHO ÀS 18H30, NA SEDE DO SINDICATO!
O compromisso e a vontade dos trabalhadores nas duas primeiras eleições foram determinantes para que chegássemos até aqui. Mas, somente a mobilização da categoria unida e organizada impedirá novos golpes e garantirá que se concretize o desejo de mudança manifestado pela categoria..
A primeira tarefa de todos os que lutam para que o sindicato saia do controle do governo e retorne para o controle dos trabalhadores é participar da assembleia de eleição da comissão eleitoral. Precisamos eleger representantes comprometidos com a democracia a lisura e a transparência do novo processo eleitoral.
Novamente contamos com o empenho de todos que desejam mudanças, pois cada voto na OPOSIÇÃO UNFICADA – CHAPA 2é um voto para resgatar o sindicato para as mãos dos trabalhadores.
Participe da assembleia, convoque seus colegas, mobilize-se e ajude a OPOSIÇÃO UNIFICADA a construir um sindicato de luta, democrático, independente de governos, partidos e de centrais sindicais pelegas e governistas!!!
ENTENDA O PROCESSO
A atual direção do sindicato, que é ligada ao governo Marinho e é apoiada pela CUT e pelo PT, disputou a reeleição e ao mesmo tempo conduziu as duas eleições anteriores desrespeitando a vontade da categoria com golpes, mentiras, e trapaças para tentar se manter a todo custo à frente do sindicato.
A CHAPA 2 ganhou a primeira eleição; a chapa 1 reconheceu publicamente a legitimidade de nossa vitória, mas inconformada com a derrota, por meio de sua comissão eleitoral anulou o resultado das eleições alegando fraude na coleta de assinaturas nas listagens que ficaram sob a responsabilidade, guarda e controle da própria direção/chapa governista.
Durante a apuração na segunda eleição, quando a CHAPA 2 estava com mais de 200 votos à frente da chapa governista, ou seja, quando novamente estava prestes a ser declarada vitoriosa, a urna 22 foi furtada da sala de apuração.
A chapa governista, junto com seus apoiadores continuou a “apuração” das urnas restantes e se autoproclamou vencedora.
Por meio de ação movida pelo MPT, a justiça anulou a eleição e a posse da chapa 1 e determinou realização de novo pleito.
À revelia da justiça, liberados pelo governo Marinho, membros da chapa 1 permaneceram por meses apresentando-se indevidamente como diretores do sindicato e usando a estrutura sindical para fazer autopromoção! Foi preciso acionar a justiça para que a decisão judicial fosse cumprida e os servidores liberados indevidamente retornassem aos seus postos de trabalho.
O novo processo eleitoral será a oportunidade definitiva para que o nosso sindicato tenha representantes legítimos e que lutem ao lado dos servidores pelos interesses do funcionalismo!
FORTALECIMENTO DA REPRESENTATIVIDADE E LEGITIMIDADE DO SINDICATO
A CHAPA 2 – OPOSIÇÃO UNIFICADA, que entrou com ação para reverter a anulação da primeira eleição, tem a convicção de que a justiça poderia decidir pela nossa posse, pois tem todos os elementos materiais que comprovam a arbitrariedade da anulação feita pela comissão eleitoral da chapa 1. A decisão caberia recurso e mesmo sendo muito difícil que a chapa governista obtivesse sucesso, avaliamos que a judicialização desse processo poderia trazer ainda mais instabilidade para o nosso sindicato e, assim, acarretar prejuízos aos servidores públicos. Por isso, persistimos na construção de um processo eleitoral com garantias democráticas, com lisura e com transparência.
Desde a primeira eleição, a CHAPA 2 reivindica a participação do Ministério Público do Trabalho nas eleições para que os servidores públicos tenham seu voto respeitado: a coordenação das eleições por um órgão respeitado, independente, isento e idôneo fortalece a representação sindical, pois o resultado das novas eleições reafirmará a vontade da categoria. Tudo isso só será possível se os trabalhadores continuarem mobilizados e alertas!
OPOSIÇÃO UNIFICADA
DOS SERVIDORES PÚBLICOS DE SÃO BERNARDO DO CAMPO
Entre em contato e acesse para mais informações:
BLOG: https://oposicaounificadachapa2.wordpress.com/
FACEBOOK: Oposição Unificada dos Servidores Públicos de São Bernardo do Campo
EMAIL: oposicaounificada.sbc@gmail.com
Atendendo convocação do Ministério Público do Trabalho (MPT), nesta segunda-feira, 25 de abril, representantes da OPOSIÇÃO UNIFICADA, que concorreu como CHAPA 2, participaram de reunião sobre as novas eleições do Sindserv. A chapa 1, que teve sua posse anulada e continua desobedecendo a decisão judicial, se recusou a comparecer, mas mandou dois advogados que declararam não possuir poderes de decisão.
Segundo os representantes do MPT, o objetivo da reunião era buscar consenso numa proposta de organização da nova eleição que garanta um processo que desta vez seja democrático, transparente e honesto, para que finalmente a decisão verdadeira da categoria seja respeitada:
1. Composição de comissão eleitoral paritária;
2. Eleição com urnas eletrônicas do próprio MPT, para evitar duplicidade de votos e garantir que não haja manipulação de resultados;
3. Votação em um dia, com urnas fixas em ponto central da cidade, com horário estendido entre 06h e 22h;
4. Obrigatoriedade de apresentação de documento oficial com foto, para impedir a ocorrência de votos fantasmas.
A OPOSIÇÃO UNIFICADA desde o inicio tem denunciado as manobras da chapa governista, que abusa da super concentração de poderes para tentar se manter na direção do sindicato, por isso, buscamos a mediação e a participação do MPT desde o primeiro pleito e entendemos que as medidas sugeridas pelo Ministério Público do Trabalho são necessárias para que golpes, trapaças e fraudes não ocorram novamente.
Queremos eleições limpas, democráticas, transparentes e com condições iguais de disputa!
A chapa governista, que não apenas omitiu como também mentiu para os trabalhadores a respeito da anulação da eleição e de sua posse, entrou na justiça para impedir novas eleições e se manter ilegitimamente no sindicato. Porém, mais uma vez perdeu, pois a justiça reafirmou a anulação da eleição e da posse da chapa governista e mandou que sejam feitas as novas eleições.
PELAS falas dos advogados do sindicato ficou evidente que a chapa governista pretende repetir o processo arbitrário e autoritário das eleições anteriores e o Ministério Público do Trabalho foi categórico ao afirmar que tomará todas as medidas para ocorrer eleicoes limpas, democráticas e transparentes.
A OPOSIÇÃO UNIFICADA conclama que todos os servidores públicos permaneçam alertas e dispostos a enfrentar as etapas do novo processo eleitoral.
Juntos, vamos construir um sindicato para todos os servidores, combativo, independente de partidos, governos e centrais sindicais pelegas e governistas.
OPOSIÇÃO UNIFICADA DOS SERVIDORES PÚBLICOS DE SÃO BERNARDO DO CAMPO