Sobre mudanças e permanências

Aquilo que adoecia ainda adoece e desta vez acabo – por algum sentimento egoísta – me sentindo aliviado por não estar no olho do furacão. Mas sinto por meus pares, sinto muito mesmo e aqui têm publicamente a minha solidariedade, porque, de verdade, sinto em mim a angústia que vocês sentem.

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Golpistas não passaram e não passarão.

Não chamarei juiz de herói, assim como não chamo político de mito nem de painho. É vasta a literatura que trata dessa antiga ideologia (poderíamos chamar de fenômeno?) de idolatria a pessoas, da ultrapersonalização e do fanatismo que entorpece análises reflexivas, que embaça a visão e que representa e prenuncia perigos recorrentes nesse endeusamento de pessoas…

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Bolsonaristas

Patriotários
Patriotas de outra nação
Vendilhões
Sabujos
Traidores da pátria
Conspiradores
Golpistas
Vira-latas
Capachos dos EUA
Delirantes
Vagabundos
Bandidos
Néscios
Otários
Vassalos de Trump
Vadios
Cagões
Fascistas
Cracudos
Cheiradores
Alienados
Idólatras de pneus
Pinéis
Patetas
Judas
Capitães-do-mato
Cheiradores
Lacaios do imperialismo
Prostitutos
Burros
Covardes
Ladrões
Corruptos
Falsos moralistas
Animais domesticados do Tio Sam
Vermes
Sanguessugas
Apologistas de torturadores
Autoritários
Ditadores
Nazistas
Idiotizados
Analfabetos políticos
Falsos cristãos
Sociopatas

Enfim, bolsonaristas
Se apresentem

Reflexões sobre coletivismo, individualismo e alguns mitos

Educação é prática coletiva e um coletivo não é meramente uma soma de indivíduos; é um organismo que se constrói pela ação de sujeitos com suas subjetividades e que compartilham concepções e princípios comuns – sujeitos que dialogam a partir de suas individualidades, se comprometem e se responsabilizam no e pelo processo, sabendo que este é tão importante quanto o resultado, porque é daquele que se origina a boa ou má qualidade deste.

É certo que um coletivo não se constrói ao vento,  por osmose ou por geração espontânea – ele é fruto de trabalho e da ação consciente, planejada, coerente e consequente de lideranças. Neste sentido, tomando como referência um importante teórico revolucionário que dizia que a crise do movimento revolucionário é a crise da direção revolucionária, precisamos reconhecer que em certa medida as dificuldades de uma coletividade são reflexos de dificuldades da direção dessa coletividade.

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Sobre a condenação de Leon Lins, o “comeliante”

A CONDENAÇÃO DE LEO LINS É UM LIBELO EM DEFESA DA HUMANIDADE E DA HUMANIZAÇÃO.

Disse um conhecido que a condenação (mais do que justa, necessária!) do “comeliante” Leo Lins seria uma aberração porque baseada em lei que teria sido criada pelo STF. Neste momento, não vou entrar no mérito da falsidade de que o STF criaria leis (não cria!), porque a cebola das fakes é feita de tantas camadas que precisamos descascar uma a uma.

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Mulher pede licença-maternidade de bebê reborn

Não é uma matéria do Sensacionalista, infelizmente…

A vivência no mundo da fantasia, que a gente tanto defende para as crianças, não deveria ser motivo de chacota.

Quando nós adultos imergimos em jogos de videogame e afins nada mais estamos fazendo do que fantasiando a realidade; quando as pessoas saíam (não sei se ainda saem) pelas ruas apontando celulares pelos cantos à caça de Pokemons, por exemplo… pura fantasia,  fuga da realidade que, de tão pesada, carece sim de um escape.

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Chuva de likes

Sobre o episódio do tal “ingrês” ia dizer que o povo ainda não entendeu que aquilo é o elefante colorido no meio do salão pra chamar atenção de todos e, assim, projetar o ato golpista a pessoas que não saberiam dele – com ajuda de quem divulga por deboche. Mas entenderam sim. Certeza que entenderam há tempos – o ponto é que se importam mais com os likes, ainda que isso dê engajamento pro genocida.

Amor

Amor é música constante
Cantada em voz miudinha
Descompasso e dissonante
A um passo que não tinha.

Só a ouve não quem a toca
Mas quem por ela é tocado
Bem no canto de tua boca
Num sorriso disfarçado.

Cavaleiro imaginário
A cavalgar um alazão
À margem esquerda do rio
Em que repousa o coração.

Está onde não se procura
De tantas faces, muitas vestes
Ora iluminada, ora escura
Se lança a céus azuis celestes.

[M.S.]

Faça o que eu digo…

André Mendonça atuou como Advogado Geral da União (digo, do governo do genocida) ao votar pela retirada de Moraes e de Dino do julgamento de seu ex-chefe.

Mas não faça o que eu faço!

Ora, para ser coerente com sua tese de suspeição que atribuiu a Moraes e a Dino, ele deveria ter se julgado impedido de votar pela exclusão ou não de seus colegas no STF.