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E por falar em cesta básica…

Senta que lá vem história…

Era início dos anos 80. Morava ainda em Embu das Artes e, por óbvio, a memória daqueles anos são apenas flashes de episódios recortados.

Eu devia ter uns 3, 4 anos e morava numa casa de dois cômodos com meus pais, meus irmãos, um casal de tios e seus filhos, meus primos.

Não tenho memórias dessa convivência, mas curiosamente recordo de dois episódios específicos…

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Bolsominions fazem das redes sociais territórios sem lei

Sentados no sofá, atrás de celulares, notes ou PC, os típicos bolsominions, machistinhas misóginos, falam grosso com mulheres, ameaçam, se sentem reis do universo, acostumados que estão a achar que a internet é o cercadinho do Bolsonaro, onde o gado fascistóide vomita seu ódio livremente. Continuar lendo “Bolsominions fazem das redes sociais territórios sem lei” →

Meio ambiente e superação do capitalismo

O ar está mais puro nos países confinados por coronavírus

Com isolamento, cai poluição do ar em São Paulo

Com praias vazias, 97 tartarugas-de-pente nascem em Pernambuco

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Já falei por aqui que a pandemia do covid-19 coloca em cheque as políticas neoliberais e a ideologia fascistóide defendida pelo bolsonarismo.

Acrescento, agora, que mais do que revelar que neoliberalismo e bolsonarismo são necropoliticas, a pandemia expõe a ineficiência e crueldade do próprio modo de produção capitalista. Continuar lendo “Meio ambiente e superação do capitalismo” →

Artefato “sui generis”

Vou contar uma coisa que, ao ver este post (grande ideia, aliás!), me fez lembrar de um cara que conheci no movimento secundarista. Não lembro quem, lamento, e os amigos da juventude que estão por aqui podem me ajudar a lembrar. O próprio pode se revelar, caso queira…

O fato é o seguinte: era um cara que produzia um artefato sui generis, que usava quando queria que as aulas fossem suspensas. Continuar lendo “Artefato “sui generis”” →

Viver Duas Vezes

Hoje vou tirar o dia para cuidar da sanidade mental.

Deixo aqui uma dica de um filme delicioso de assistir, tanto pelo seu roteiro (que tem uma fórmula simples até) como pela sua trilha sonora.

Em tempos em que a falta de empatia e de sensibilidade estão sendo expostas no balcão como qualidades, numa destrutiva inversão de valores, é preciso nos imunizar e nos fortalecer.

Para isso, a Arte é uma poderosa ferramenta.

Destaque para a interpretação da música Perfídia (de autoria do cantor mexicano Luis Miguel), feita pela cantora espanhola Maria Rodés.

❤

De frente para a realidade…

Sabe qual é a maior raiva dos Bolsonaro, dos bolsominions e demais neoliberais ultradireitistas e fascistóides?

É que a crise sanitária que estamos vivenciando colocou abaixo os ideais de política econômica deles e a defesa do “politicamente incorreto”.

De frente para a realidade, fica evidente que individualismo, meritocracia, selvageria em prol de lucro e “Estado mínimo” para os pobres e para a classe trabalhadora não salvam vidas… e nem a própria economia. Continuar lendo “De frente para a realidade…” →